PATRÍCIA LELIS DOBROU TODO MUNDO.

O caso de Patrícia Lelis ilustra bem o quão estúpido é o fanatismo político, igualando os extremos à direita e à esquerda. Quando se trata de fundamentalistas, não interessa a que ponta pertençam, são todos uns ineptos.

A história da mitômana (pessoa que mente compulsivamente) surgiu em um lado e caminhou para o outro. Iniciou defensora da direita e terminou se auto intitulando “socialista”.

Começou como membro importante da juventude do PSL. Sua pose de mulher branca, bem sucedida e bonita falando tudo que a extrema direita gosta conduziu-a ao posto de ícone.

Subido, reviravolta. Passou a acusar o pastor Marcos Feliciano de estupro e a afirmar que namorou Eduardo Bolsonaro, por quem era muito maltratada (o deputado nega que tenha tido qualquer relacionamento com a moça).

Insuflada pela repercussão de sua nova postura, virou esquerdista. Assumiu o discurso de defensora dos direitos humanos, feminismo e até mesmo socialismo. Ganhou a turma do outro lado.

Foi se empolgando tanto que criou uma personagem, inventou marido, casa e filho nos EUA. Tudo lorota, como facilmente a galera foi descobrindo.

Mesmo diante dos desmentidos, os fanáticos da esquerda continuam defendendo Lelis pelo único motivo de, hoje, ela ser influente figura de oposição à direita.

Extremismo é burrice. Seria muito bom se a gente tivesse uma esquerda mais Flávio Dino e menos Paulo Henrique Amorim; uma direita mais Reinaldo Azevedo e menos Mamãe Falei.

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