A paciência

Mal abriu o sinal e você já escuta a buzina do carro de trás. Está prestes a colocar seu pé no primeiro degrau da escada e alguém vem correndo e passa na frente. Ao ver uma vaga no estacionamento—se prepara para estacionar—quando vê o carro de trás passar por você e estacionar primeiro. Liga para verificar quando o seu produto será entregue e é atendido por um computador, que diz: “a sua ligação é muito importante para nós, em alguns momentos você será atendido”—e os momentos passam e nada acontece.  Essas são situações que mexem com nossos nervos e nos fazem perder a paciência. Mas, essa virtude pode se tornar um hábito, desde que tenhamos a paciência de cultivá-lo. Podemos aprender a esperar, pois, de acordo com as Sagradas Escrituras: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3, 1). No livro, O poder da paciência, M. J. Ryan nos oferece várias sugestões de como cultivar a paciência para desfrutar do momento presente, potencializar nossos dons, gerenciar o estresse e melhorar nossos relacionamentos.

Permanecer no presente

Potencializar nossos dons

Gerenciar o estresse

Melhorar nossos relacionamentos. M. J. Ryan sugere que nos façamos algumas perguntas que podem impactar positivamente nossas atitudes com relação aos nossos entes queridos: “Seu pai, em seu leito de morte irá agradecer pela sua dedicação? Seus filhos pensarão em você como um pai (ou uma mãe) amoroso (a) e amigo (a)?”. Enfim, como gostaria que os outros se lembrassem de você depois de sua partida deste planeta?“. 
 
"Para aprender a ter paciência, você precisa primeiro ter muita paciência”, disse Stanislaw J. Lec.  É preciso ter paciência conosco mesmos. A estrada que nos conduz à serenidade pode ser cheia de buracos e pedras que nos farão tropeçar e cair. Mas com boa vontade e persistência vamos nos levantar sempre e continuar firmes até conquistarmos a tão almejada paciência. 

 

 

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