Entrevista: Henrik Klingenber fala sobre turnê do Sonata Arctica no Brasil

Prestes a desembarcar para turnê em dez cidades brasileiras, o tecladista do Sonata Arctica falou com o #VamosMusicalizar

De origem Finlandesa, a banda Sonata Arctica está de volta ao Brasil para 10 apresentações, promovendo o novo álbum “The Ninth Hour”.

Em entrevista, Henrik Klingenberg, tecladista da banda, nos contou um pouco da história do grupo, revelou os planos futuros e disse o que espera dessa tour que passa pelo Brasil.

 

Dani Salla: Em 2000, um ano depois do lançamento do primeiro álbum, saiu o EP “Successor”, onde, entre outras faixas, havia alguns covers de bandas famosas. De onde veio a ideia de gravar esses covers? Era algum desejo pessoal de vocês?

Henrik Klingenberg: Se eu me lembro bem, os caras foram convidados a fazer alguns covers para álbuns tributo das referidas bandas.

 

D.S.: A formação da banda já passou por algumas mudanças. Como essas mudanças são vistas? Isso ajuda na evolução de vocês?

H.K.: Eu acho que, sempre que você muda um membro da banda, a dinâmica do grupo muda um pouco. Nós tivemos sorte de encontrar caras que se ajustaram bem com a banda.

 

D.S.: Por alguns anos, Jani Limmatainen foi um dos guitarristas da formação. Existe a possibilidade dele, ou outro ex-membro, participar de algum projeto no futuro?

H.K.: Nós não falamos sobre algo assim. Eu acho que tudo é possível, mas, por hora, os caras que estão fora da banda estão fora e nós vamos seguir em frente com a formação atual.

 

D.S.: Podemos observar ao longo da história da banda, que o estilo de vocês também mudou bastante. O primeiro álbum seguia um conceito mais Power Metal e o novo, “The Ninth Hour”, está mais melódico. Essas mudanças foram influenciadas por algo?

H.K.: Eu acho que tudo influenciou onde nós estamos agora. Faz mais de 15 anos desde o primeiro álbum, então, eu penso que seria realmente estranho se a banda ainda se parecesse com a mesma daquela época.

 

D.S.: Sonata Arctica já tocou diversas vezes no Brasil. Há alguma diferença marcante, que vocês veem apenas aqui? (Não vale responder "caipirinha", ok?! haha)

H.K.: Por que não caipirinha? (Risos) Eu acho que o Brasil tem uma das platéias mais barulhentas e loucas que já tocamos... E o clima está sempre bom...

 

D.S.: Em “The Ninth Hour”, vemos letras que, com um pouco de fantasia, tratam de questões do nosso cotidiano. Há algum conceito estabelecido para este álbum ou alguma mensagem principal a ser transmitida?

H.K.: Eu não diria que há uma mensagem principal. Algumas músicas estão relacionadas ao meio ambiente, mas, como um todo, o álbum está cheio de histórias diferentes.

 

D.S.: E o lobo? Ele sempre está presente nas capas dos álbuns. Ele tem algum significado especial pra vocês?

H.K.: Ele acabou se tornando nosso símbolo, com músicas como FullmoonWolf & Raven, etc. De certa forma, ele é parte integrante da nossa imagem.

 

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D.S.: Para terminar: O que podemos esperar desses shows no Brasil? Querem deixar algum recado pros fãs brasileiros?

Henrik: Se eu te falasse, não seria uma surpresa, não é? (risos) Eu espero que tenhamos bons momentos juntos e grandes noites para recordar... Obrigado pelo apoio e espero ver todos vocês muito em breve nos shows! Abraços, Henkka.

ENTREVISTA COMPLETA

 O Sonata Arctica passa por dez cidades brasileiras em maio. Ainda há poucos ingressos disponíveis para as apresentações:

 

 
 

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