MEDICAMENTOS APROVADOS PELA ANVISA- CÂNCER DE MAMA.

O câncer de mama é a principal causa de mortes por câncer em mulheres no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil terá cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama até o final de 2019. E mesmo com o aumento da incidência de casos, temos boas notícias no avanço dos tratamentos, medicamentos e cura dos tumores de mama.

Muitos tratamentos têm elevado às taxas de controle da doença, aumento de sobrevida, e em muitos casos adiando ou reduzindo o uso da quimioterapia.

Dois novos medicamentos aprovados pela Anvisa em 2019

Em março desse ano, foi dado mais um passo contra o câncer de mama com a o registro da Anvisa para o medicamento Verzenios® (abemaciclibe) no tratamento de pacientes adultos com câncer de mama avançado ou metastático, com receptor hormonal positivo e receptor do fator de crescimento humano epidérmico 2 negativo.

 

Lançado nos Estados Unidos em 2017 e aprovado na Europa e no Japão em 2018, o Brasil é o primeiro país da América Latina a contar com a nova opção terapêutica.

 

Recentemente, em setembro de 2019, tivemos um novo registro da Anvisa para o medicamento Piqray® (alpelisibe). Trata-se do primeiro tratamento específico para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático HR+/HER2-, com mutação PIK3CA, após progressão da doença que tenha ocorrido durante ou após o uso de terapia inicial de base endócrina.

 

Felizmente, a medicina avança em ritmo acelerado contra o câncer de mama, porém muitos pacientes enfrentam dificuldades para ter acesso aos tratamentos inovadores através dos planos de saúde.

 

Esses medicamentos citados acima estão aprovados pela Anvisa e são comercializados no Brasil, mas não estão incluídos no Rol de Procedimentos da ANS, sendo um argumento bastante usado pelas operadoras para negar a cobertura.

Caso a operadora de plano de saúde se recuse a conceder um tratamento mais moderno prescrito pelo seu médico, saiba que esse argumento usado pela operadora não é suficiente e você poderá questionar e buscar a Justiça para proteger seus direitos e ter acesso ao tratamento integral.

 

© 2009-2019. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.