CRÍTICA: Cadáver, o filme

Trama se passa em necrotério, deixando o ambiente tenso e macabro

CARLOS HENRIQUE MONTEIRO.

O Terror vem tomando conta da industria cinematografica recente. Cadáver é mais um filme do gênero lançado em 2018, e a impressão foi positiva.

Narrando a história de uma jovem que foi supostamente morta num exoricismo, e 3 meses depois seu corpo é achado e mandado a um necrotério onde trabalha Megan Redd (Shay Michell, de Pretty Lillte Liars), a ex-policial começa a suspeitar que o cadáver não está tão morto como parece. 

O grande mérito do filme é o ambiente em que se passa. Escuro, e em um necrotério, a trama passa a sensação de medo e solidão da personagem, em meio a diversos corpos, e o mistério sobre o que o corpo de Hannah Grace irá aprontar. Tudo isso deixa a atmosfera tensa e sinistra, passando uma sensação de ansiedade no espectador, que normalmente é o que procura ao ver esse tipo de obra.  Há também cenas fortes de mortes ao longo da história, um prato cheio para os fãs de sustos. 

Outros personagens vão aparecendo, dando um pouco mais de consistencia a trama, além do drama pessoal da protagonista, que carrega consigo uma medicação que não deve tomar. 

O Final em tese finalizou a história, mas como se trata de uma obra do gênero de terror, sempre há a abertura para tudo ser revertido e ganhar uma sequência. 

 

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