CRITICA: CAM, um filme para refletimos sobre nosso comportamento online

Trama envolve Alice, uma garota que se expõe virtualmente e paga o preço por isso

CARLOS HENRIQUE MONTEIRO.

O filme CAM,  produção original Netflix, conta a história da CAM GIRL Alice, que ganha a vida fazendo shows eróticos na Internet.

Aparentemente a pegada do filme mais parece uma trama picante adolescente, quando do nada, as coisas começam a ficar esquisitas quando um usuário rouba a conta de Alice, e se auto demonina “Lola”. O que parece ser uma coisa comum de acontecer, mas as coisas ficam mais profundas do que parece, e o drama surpreendente por sinal, te prende a atenção, pois oscila do normal, ao “bizarro”, e até ao “paranormal”, “doentio”, e “esquizofrênico”.

Considero um filme importante do ponto de vista educacional, por algumas razões. Primeiro, a busca excessiva de fama e suas consequências, como exposição em excesso na internet, que pode gerar envolvimento com pessoas erradas, e até ameaças a própria vida, como vimos no filme. Há várias interpretações para o que os acontecimentos e o que pode ter causado o problema. E o ponto chave, é o uso da tecnologia, que nos deixa alerta para tomarmos cuidado com possíveis usuarios maldosos que queiram nos prejudicar.

Não recomendo o filme para menores de 16 anos, pois contém nudez, insinuações sexuais, e até suicídios. Mas pra quem já tem idade suficiente, e quer se aprofundar mais no mundo virtual, e curtir um bom drama e suspense, misturado com terror psicológico, é uma ótima pedida.

O Filme até o momento, só está disponível na Netflix. Dou nota 8,5.

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