quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017 13:07h Júlia Sbampato

Buracos nas ruas de Divinópolis causam estrago em veículos e preocupa moradores

Com as chuvas que vem caindo em Divinópolis nas últimas semanas, os rios e córregos voltaram a su­bir depois de ficarem me­ses em níveis críticos de seca. Apenas nesta última sexta-feira (01) a cidade recebeu um dos maiores volumes pluviométricos de 2017, e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta sobre o risco de alagamentos de­vido a previsão de chu­va superior a 60mm/h ou 100mm/dia.

Mas o risco de enchen­tes não é a única preocu­pação dos divinopolitanos. A Defesa Civil também alertou para que os mora­dores de áreas de risco e ribeirinhos fiquem atentos ao transito e problemas nas ruas, como os buracos.

A reportagem esteve nas ruas após diversas denún­cias de crateras abertas na cidade. No bairro Niterói buracos mais profundos que o pneu de um carro encontram-se espalhados em toda a extensão da Rua Rubi, uma das mais movi­mentadas do local.

Um morador do Niterói que não quis se identificar conta que devido aos bura­cos, frequentemente acon­tece de pedaços de veículos se soltarem na porta de sua casa. Segundo ele, até algu­mas peças de caminhões que já se quebraram e ele acabou levando para sua casa para que não fiquem no meio da rua atrapalhan­do o trânsito.

PREFEITURA

Em visita ao local, partes dos buracos da Rua Rubi tinham acabado de ser co­bertos pela equipe de tapa-buracos, mas muitos ainda encontravam-se abertos, atrapalhando o trânsito. De acordo com a assessoria da Prefeitura, desde a última semana a equipe já está re­alizando a manutenção de buracos em toda a cidade.

O morador do Niterói afirma que todo ano é as­sim, sempre que chove centenas de buracos são abertos e a única solução que encontram é fazer “re­mendos”. Mas para ele, essa não é a melhor forma de tratar o problema por­que não é uma solução

efetiva.

“Eles vem aqui, tapam uns buracos, mas é só cho­ver que outros cem abrem. Enquanto não chegarem com um asfalto bom, que aguente toda a chuva que a cidade está recebendo, o problema nunca vai aca­bar. E isso não é só aqui no bairro. No Candelária e Jusa Fonseca, até os ônibus es­tão tendo dificuldade para fazer o trajeto por causa disso”, completa ele.

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