quinta-feira, 5 de Setembro de 2019 21:26h Ilidio Luciano

Vereadora Janete Aparecida vai a Brasília conversar sobre inclusão de deficientes e apoio a jovens estudantes.

Parlamentar pede mudança na Lei para garantir transporte gratuito aos secundaristas.

ILÍDIO LUCIANO

Sempre preocupada com as causas sociais, principalmente com os jovens e os deficientes, a vereadore Janete Aparecida (PSD) esteve em Brasília, onde se encontrou com deputados federais, para trocar ideias sobre estes públicos. Janete levou o problema da falta de inclusão dos deficientes no mercado de trabalho e pediu gratuidade do transporte público, para alunos do ensino médio.

“Levamos a situação do disparate de falar que a educação é para todos, quando na verdade o aluno pobre só tem direito ao transporte gratuito até o nono ano do ensino fundamental, ou seja, se o aluno não tem condições de pagar o transporte até a escola, por ônibus ou van, ele não tem mais o direito de estudar. Nós temos por exemplo, aqui em Divinópolis, alunos que moram no Bairro São Simão e vão a pé para a escola no Bairro Icaraí, andando uma hora e meia por dia para chegar à escola.”, reclama.

Janete pediu uma mudança na Lei, pedindo para que o aluno cuja família seja beneficiária do programa Bolsa Família, fique isento da cobrança da passagem do transporte coletivo, para se deslocar para a escola, ou que seja oferecido pelo município, transporte em comum acordo com a Secretaria de Assistência Social.

A vereadora também trocou experiência com o deputado federal Lucas Gonzales, que é da frente parlamentar contra a auto-mutilação e suicídio de jovens e adolescentes. Janete garantiu que ele estará em breve em Divinópolis para proferir palestra sobre este assunto.

Por fim, a vereadora divinopolitana se encontrou com o deputado Felipe Rigoni, que é cego, e que trata das questões da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

“Conversamos sobre a Lei de cotas, onde as empresas não a estão cumprindo, por não estarem preparadas para acolher esse público e o deficiente não está preparado para o mercado de trabalho; então nós falamos da necessidade de capacitação do deficiente para o mercado de trabalho, e das empresas se adequarem para receber esse público”, cobra e encerra.

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