FRASES DA MORTE

Comecei a estruturar um texto sobre a pandemia pela qual a humanidade passa atualmente e as atitudes do presidente do Brasil. Fui obrigado a dividi-lo em duas partes para não cansar o leitor.

Assim, nesta primeira, comentarei a obra vocal de Jair Bolsonaro desde as primeiras notícias do vírus que, até o momento em que digito essas linhas, matou cento e cinquenta e seis mil, novecentos e três seres humanos no país.    

No segundo texto, havendo dedos para digitar, tratarei dos demais temas.

 

“Outras gripes mataram mais do que essa” – 11 de março – 0 mortos

“Depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar” – 20 de março – 6 mortos

“Vão morrer alguns pelo vírus? Sim, vão morrer.” 21 de março, 11 mortos

“A previsão é não chegar aí a essa quantidade de óbitos (800, no caso). 22 de março, 7 mortos d

“Todos nós iremos morrer um dia”, 29 de março,  18 mortos

“Cada vez mais o uso da cloroquina se apresenta como algo eficaz”, 08 de abril, 667 mortos

“Não sou coveiro, tá?”, 20 de abril, quando perguntado sobre as 300 mortes no dia. 2.462 mortos

“E daí? Lamento. Quer que eu faça o que?, 28 de abril, após perguntado sobre o novo recorde de mortes diárias.  4.543 mortos

 “Está morrendo gente? Tá. Lamento”.  14 de maio 13.149 mortos

“Acabou matéria do Jornal Nacional”.  05 de junho, quando deu ordem para adiar a divulgação dos dados pelo Ministério da Saúde, a fim de impedir a veiculação pela imprensa.  34.021 mortos

“Efeito colateral (da economia) é mais grave que o próprio vírus”.  06 de agosto. 97.256 mortos

“Vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida”.  06 de agosto 97.256 mortos

© 2009-2020. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.