A picadinha: Tomar ou não tomar? Eis a questão!

Shakespeare fez a famosa pergunta: “Ser ou não ser? Eis a questão!”. Foi pronunciada pelo príncipe da Dinamarca, Hamlet, na peça do mesmo nome. Faz parte de uma longa fala que assim se inicia: “Ser ou não ser, eis a questão. Será mais nobre em nosso espírito sofrer pedras e flechas
com que a fortuna, enfurecida, nos alveja, ou insurgir-nos contra um mar de provocações e, em luta, pôr lhes fim? Morrer.. dormir: não mais”.

“Morrer... dormir: não mais” soa como um grito de guerra, assim como “insurgir-nos contra um mar de provocações e, em luta, pôr lhes fim?”. Será que a vacina contra o covid é uma provocação? De acordo com a doutora Christiane Northrup, sim!

No Google (site www.wook.pt) encontrei a seguinte informação: “A doutora Christine Northrup é médica ginecologista-obstetra, formada pela Dartmouth School of Medicine. Fez seu internato na Tufts New England Medical Center. Fundou o centro de saúde Women to Women em Yarmouth, no Maine, que se tornou num modelo para as clínicas de saúde feminina em todo o país, e foi presidente da American Holistic Medical Association. Foi também Professora Assistente de Ginecologia-Obstetrícia na Faculdade de Medicina da Universidade de Vermont. É autora de alguns dos maiores bestsellers mundiais sobre saúde feminina, espiritualidade e bem-estar e uma presença constante na mídia internacional”.

Assisti a um vídeo no qual a doutora Northrup manifesta sua opinião sobre a vacina. Ela fez algumas considerações que podem nos desencorajar a tomar a tal picadinha. Após ler as informações que ela nos passa em sua entrevista, você pode decidir se vai “ser ou não ser”, ou se vai “insurgir-se contra um mar de provocações”.

Vamos lá:

 

A vacina é RNA e nunca houve outra igual a essa, pois ela basicamente muda o DNA das pessoas.

Os metais tóxicos presentes nela fazem com que nossos corpos se tornem antenas para a tecnologia 5G.

 

Contém DNA não humano, como de macacos e porcos, assim como material provindo de fetos.

 

Há uma patente relativa a uma tinta que se chama Luciferase, que, sob uma luz, é capaz de detectar quem foi e quem não foi vacinado.

 

Por meio de nanopartículas, que são pequenas antenas, a vacina armazena informações biométricas: respiração, frequência cardíaca, pressão sanguínea, atividade física em geral.

 

Indica também quais os remédios que você está tomando e por onde viajou. E os dados são armazenados na nuvem.

 

A Microsoft solicitou uma patente, número 060606, para pegar esses dados biométricos e lhe fornecer um código de barras, conectando cada pessoa à criptomoeda.

 

Seria o fim da privacidade. O fim da liberdade. Quem iria pegar os dados captados pelas nanopartículas? O que seria feito com os eles?

 

Ao nos submetermos a essa vacina, poderíamos nos tornar escravos do sistema, pois seríamos considerados como simples mercadoria.

Planejam vacinar o mundo todo. Também dizem que as coisas não vão voltar ao normal até que todos sejam vacinados.

 

Já assisti também a um vídeo do Bill Gates confirmando que é preciso vacinar o mundo todo. Será por que ele tem essa urgência de globalizar a vacina? O que ele ganha com isso?

Levando em conta o prestígio e as qualificações acadêmicas e sucesso literário da doutora Christiane Northrup, não acredito que ela arriscaria fazer todas essas declarações se não fossem baseadas em dados científicos comprovados.

Mas a decisão de tomar ou não tomar fica com você. Assim como a decisão de ser ou não ser...

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