O jejum e o chip.

O jejum como preparação para o fim dos tempos é enfatizado por um dos anciãos eremitas do Monte Athos—um lugar, também conhecido como Montanha Sagrada, localizado em uma península grega—que congrega mosteiros ortodoxos, onde vivem monges que permanecem em meditação, adoração e jejuns frequentes. Em 2008 foi filmada uma entrevista com um dos monges, na qual ele relata sua vivência de jejum e a sua importância para a fé cristã. Garante que o cultivo da fé em Deus é a principal forma de nos protegermos durante as tribulações e desafios. O vídeo aborda uma das grandes preocupações dos cristãos: o chip 666—um dispositivo que foi previsto há dois mil anos no Apocalipse—e chamado de “marca da besta”:

“Obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui é preciso entender: aquele que é esperto calcule o número da besta, pois é um número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apocalipse 13, 16-18).

Há evidências de que a utilização dessa “marca” ou chip já esteja sendo preparada em alguns países. E, prevê-se que, em futuro próximo, ninguém possa comprar nem vender caso não contenha esse chip em seu corpo. A probabilidade de que—a tal preocupação registrada no vídeo de 2008—venha a se materializar em breve, aumentou depois do aparecimento do corona vírus em 2020, dos lockdowns, das possíveis “vacinas”, e da patente registrada pela Microsoft no mesmo ano. A empresa registrou um chip que contém a sequência numérica 060606. Segundo informação no Google: “A patente WO/2020/060606 descreve um sistema de criptomoeda usando dados de atividade corporal, ou seja, é basicamente um dispositivo que pode ser usado para extrair algumas moedas digitais usando o próprio corpo” (03 de maio de 2020).

Caso, de fato, a profecia do Apocalipse esteja prestes a se cumprir, a pergunta lógica é: “Como nos preparar para resistir?”. O eremita do Monte Athos nos pede que tenhamos a paciência necessária para seguir o caminho certo, isto é, obedecer à lei de Deus e cultivar o desapego das coisas materiais (o que inclui o hábito de jejuar).  Fazendo isso aumentaremos o nosso amor pelo Pai Celestial, pois ele é o guardião da nossa vida. Devemos também ter paciência para enfrentar as provas que se nos apresentam e suportar as tentações, porque os milagres acontecem para aqueles que atingem a “paciência irredutível”.

Perguntado sobre como encarar os problemas atuais—dentre eles o projeto de implantação do chip 666—o eremita menciona o livro do Apocalipse, e pede para não deixarmos que implantem essa marca em nós. Devemos criar uma barreira que nos separe desses planos malignos. Essa barreira se chama fé em Deus. Assim como o Criador alimentou os israelitas durante 40 anos no deserto, irá também sustentar àqueles que resistirem a esse implante. Como comprovação, ele dá o seu próprio exemplo que já há uma década vive desapegado de bens materiais, dependendo exclusivamente da Divina Providência, e afirma: “Os seres humanos podem viver sem comida, mas não sem Deus!”.

 

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