O vírus mental.

O vírus biológico foi divulgado pela grande mídia (controlada por interesses externos aos do Brasil) como altamente contagioso e mortal. Foi também usado por políticos corruptos como uma forma de tirar vantagem da situação. Depois de 6 meses de fechamento da economia, isolamento de pessoas, uso de máscaras e álcool em gel, um grupo de médicos se reúne e proclama que tudo não passou de uma grande farsa.  

Centenas de médicos e profissionais de saúde de todo o mundo—liderados por Sucharit Bhakdi, imunologista da Universidade de Mainz, Alemanha—se reuniram sob a sigla UHP (United Health Professionals) e publicaram um comunicado em que pedem o fim do clima de terror, de irracionalidade, de oportunismo, de mentiras e de manipulação criado pelo que chamaram do maior golpe de saúde do século 21.

Alguns atributos aleatoriamente consagrados ao “terrível” vírus não resistem às evidências científicas. Comparado com outros vírus o seu potencial de contágio é apenas moderado e o seu grau de mortalidade é baixo. “É absolutamente falso que esse vírus seja mais mortal do que outros vírus”.

Entre 1º de novembro de 2019 e 31 de março de 2020, ocorreram 860.000 casos e 40.000 mortes por esse vírus em todo o mundo, enquanto a gripe, no mesmo período de cinco meses, infectou, em média, 420 milhões de pessoas e matou 270.000. Além disso, somente alguns hospitais ficaram saturados, mas o mundo foi levado a pensar que todo o sistema hospitalar estava saturado, ou que a saturação seria iminente. Foram divulgadas notícias falsas na grande mídia comparando a situação atual com a da gripe de 1918 quando morreram 50 milhões de pessoas. Houve também fraude no número de óbitos. Após reavaliação, apenas 12% das declarações de óbitos na Itália mostraram o vírus como causa direta. O diretor do CDC (Center for Desease Control—Centro de Controle de Doenças) dos Estados Unidos reconheceu que os hospitais estavam tendo incentivo financeiro perverso para inflar os números de mortes causadas pelo tal vírus. O uso de máscaras não tem sustentação científica. Além disso coloca em risco a vida de pessoas predispostas a doenças.   

Mas, mesmo depois da liberação do comércio em algumas cidades, o povo ainda continua em casa. Trancado dentro de seus medos!

O que aconteceu então? Na realidade o vírus mais forte do que o chinês, foi o mental. Foi aquele que se instalou na mente e nos corações das pessoas. Esse vírus mental é chamado de “meme” por especialistas em comunicação. Depois de tantas horas em frente aos seus televisores, recebendo doses maciças de notícias infectadas, as pessoas se contaminaram de algo pior do que o vírus biológico: o medo!

O povo parece estar paralisado pelo medo. Hoje mesmo, pela manhã, ao assistir a missa das 7h00 em uma igreja no centro de Divinópolis, Minas Gerais, notei que a igreja estava vazia. Mesmo os poucos lugares que foram separados pelo distanciamento de dois metros não estavam preenchidos. Frequentadores assíduos não estavam lá. Onde estavam então? Tremendo de medo em casa. Durante a homília o padre em tom solene aconselhou aos fiéis: “usem máscara, a pandemia não terminou, tenho visto várias pessoas andando sem máscara nas ruas...”. Um homem aparentemente inteligente, o padre, também tinha sido seriamente contaminado—não pelo biológico—mas sim pelo vírus mental!

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