OUTUBRO ROSA E A CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER DE MAMA.

Outubro chegou e com ele inicia uma das campanhas mais importantes do ano, o “Outubro Rosa”. Durante este mês, diversas ações são realizadas com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância do autoexame e diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero, com isso proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

Se o câncer for diagnosticado na fase inicial, pode reduzir significativamente a necessidade da retirada dos seios. Outra forma de prevenção muito importante é a realização periódica do exame de mamografia. Esse exame deve ser feito anualmente por mulheres com mais de 40 anos de idade.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), do ano de 2020 a 2022, serão diagnosticados no Brasil, cerca de 66.280 novos casos de câncer de mama por ano. Isso quer dizer que a cada 100 mil mulheres, 62 podem ter a doença.

Neste Outubro Rosa 2020, a Sociedade Brasileira de Mastologia lança o movimento de conscientização "Quanto antes melhor". A ideia é chamar a atenção das mulheres para a adoção de um estilo de vida saudável no dia a dia. A SBM quer reforçar que há muita vida após o câncer de mama e que o cuidado com a saúde feminina deve ser olhado com atenção, principalmente neste momento em que o rastreamento e o tratamento foram prejudicados e ainda estão sendo retomados por conta da pandemia de Covid-19.

O câncer de mama pode apresentar diversos sintomas, mas pode também ser assintomático para muitas mulheres. É importante, portanto, que a mulher conheça bem o seu corpo e possa analisar com frequência qualquer alteração nas mamas e procurar o médico ao notar alguma anormalidade.                         

A paciente deve ser informada sobre as melhores possibilidades de tratamento existentes para o seu caso, mesmo aquelas que não estejam ao alcance da cobertura do plano de saúde ou que não sejam acessíveis gratuitamente via SUS. É direito da paciente questionar e discutir com o médico todas as opções.

 

 

 

Fontes: Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)

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