segunda-feira, 2 de Dezembro de 2019 20:16h Atualizado em 3 de Dezembro de 2019 às 08:30h. Ilidio Luciano

Cis-Urg está otimista quanto ao término da construção e administração do Hospital Regional de Divinópolis.

Regulador do Samu está reunindo com governo do estado e municípios para tratarem da gestão.

ILÍDIO LUCIANO

Um dos sonhos da população de Divinópolis, que atenderá também outros 54 municípios da Região Centro Oeste, o Hospital Regional da cidade pretende oferecer várias especialidades médicas, para desafogar o sistema, abastecido com os hospitais existentes hoje, na rede Intermunicipal de saúde.

O Consórcio intermunicipal de Saúde de Urgência (Sis Urg), que é o órgão regulador do Samu Centro Oeste, já apresentou um plano para o término da construção do Hospital Regional, bem como tomar conta da parte administrativa do local.

O Diretor Executivo do Consórcio, José Márcio Zanardi dá detalhes sobre a negociação para execução dos serviços.

“O CIS-URG se habilitou juntamente com os outros 53 municípios, e se habilitou junto ao governo do Estado e apresentou projeto que vai desde o término da construção do Hospital até a administração e o custeio desse hospital”, comemora.

José Márcio conta que recentemente esteve com o governador, a fim de avançar na negociação.

“Nós tivemos uma reunião com o governo do Estado, bem como com os Secretários Municipais de saúde dos municípios, para discutirmos como será a gestão deste hospital, também estamos trabalhando em conjunto com a UFSJ, para levantarmos as especialidades que temos na Região. Mesmo o Cis-Urg apresentando proposta para a gestão, isso não isenta a responsabilidade do Estado e da União do repasse dos recursos”, salienta.

Por fim, o Diretor ressalta o trabalho integrado do Cis-Urg com a Central de Regulação da Superintendência Regional de Saúde, que tem mostrado resultados satisfatórios quanto ao tempo de atendimento aos pacientes.

“Com a integralização, nós temos conquistado resultados importantes; ganhamos tempo resposta para aqueles que estão nas portas de urgência, seja no Pronto Socorro ou na UPA. Nós temos observado uma diminuição significativa com os pacientes ficando na UPA, que era de sete dias e que hoje é no máximo dois dias”, comemora e finaliza.

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