sexta-feira, 4 de Março de 2016 13:46h Secretária de Cultura de Minas Gerias

Sempre Um Papo recebe Adélia Prado dentro das comemorações dos 45 anos do Grande Teatro do Palácio das Artes

O Sempre Um Papo comemora 30 anos, em 2016. O Grande Teatro do Palácio das Artes, 45. O espaço viu o projeto nascer e também tornou-se sua casa, durante estas três décadas

Para celebrar datas tão significativas, o Sempre Um Papo realiza uma edição especial em homenagem ao Grande Teatro, recebendo a escritora e poeta Adélia Prado. No encontro, ela conversa com o público e lança o livro “Poesia Reunida” (Record),  no dia 16 de março, quarta-feira, às 19h30, com entrada gratuita.

 

 

Adélia Prado é uma das mais renomadas autoras brasileiras e sabe como ninguém retratar a alma e os sentimentos femininos em seus poemas, contos e romances. Acostumada a verbalizar em sua obra a perplexidade e o encanto, norteados pela fé cristã e permeados pelo aspecto lúdico – uma das características de seu estilo único –, a poetisa mineira usa o mais comum da vida cotidiana em um tom doce e apaixonado para recriar a vida do interior mineiro, por meio de uma linguagem inovadoramente feminina.

 

 

 

“Poesia Reunida” traz, em um único volume, o imaginário acolhedor de todos os poemas de Adélia Prado contidos nos livros “Bagagem”, “O Coração Disparado”, “Terra de Santa Cruz”, “O Pelicano”, “A Faca no Peito”, “Oráculos de Maio”, “A Duração do Dia” e “Miserere”. A obra conta, ainda, com textos de Carlos Drummond de Andrade e Affonso Romano de Sant’Anna e posfácio de Augusto Massi.

 

 

Adélia Prado nasceu em Divinópolis (MG), em 1935. Formada em magistério e filosofia, lecionou por 24 anos. Mãe de cinco filhos, escreveu seus primeiros versos em 1950 e durante anos viveu a pacata vida do interior de Minas. Enviou seus escritos para concursos literários, foi descoberta por Affonso Romano de Sant’Anna e Carlos Drummond de Andrade e logo se tornou admirada como uma das melhores poetas brasileiras. Escreveu, entre outros livros, “Bagagem”, “O Coração Disparado”, “Terra de Santa Cruz”, “O Pelicano”, “A Faca no Peito”, “Oráculos de Maio”, “Louvação para uma Cor” e “A Duração do Dia” e sua mais recente obra, “Miserere”, foi publicada no final de 2013, depois de três anos de silêncio literário.

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