sexta-feira, 20 de Novembro de 2015 13:17h

Abordagem Social retira 104 pessoas da rua

A Prefeitura de Divinópolis, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, oferece vários atendimentos às pessoas em situação de rua

Nos meses de julho, agosto e setembro a equipe da Abordagem Social realizou 190 atendimentos. Destes, 104 saíram das ruas.  O trabalho de atendimento é ofertado de forma continua e programada através de três frentes de trabalho.

Diariamente a equipe da Abordagem Social faz a busca ativa em espaços públicos onde se realizam atividades laborais, locais de intensa circulação de pessoas e existência de comércio. O serviço é ofertado de forma continuada e programada com a finalidade de assegurar a identificação, nos territórios, a incidência de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, situação de rua, dentre outras.

Busca a solução de necessidades imediatas e proteção do individuo além de promover a inserção do mesmo na rede de serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas na perspectiva da garantia de direitos.

 

 

Atendimento ao migrante

Destas pessoas atendidas, a equipe identifica primeiramente quem é morador de Divinópolis e quem não é. Considera-se migrante o indivíduo e família em situação de risco pessoal e social, de baixa renda em processo migratório, residente há um período inferior a dois meses no município, e que esteja em situação de: procura por trabalho, fixação no município ou de mobilidade para outro município onde mantenha vínculo familiar e comunitário.

Para as pessoas são oferecidos acolhimento provisório, alimentação, higienização, vestuário, transporte rodoviário para a cidade que mantenha vínculo familiar ou encaminhamento para a cidade de origem. Por este serviço passaram 236 pessoas em três meses, destas 197 receberam transporte rodoviário.

 

 

Instituição acolhedora

A instituição oferta atendimento integral que garante condições de estadia, convívio, endereço de referência para acolher com privacidade pessoas em situação de rua, migração ou pessoas em trânsito e sem condições de autossustento. A permanência nesta casa pode ser de até seis meses desde que obedeça critérios pré-estabelecidos.

Neste local foram acolhidas 144 pessoas, 72 homens e 23 mulheres. Dezessete pessoas foram encaminhadas para tratamento de dependência química, 17 pessoas encaminhadas ao mercado de trabalho, 14 pessoas se restabeleceram e foram reinseridas no núcleo familiar e outras 11 pessoas estão morando em imóvel alugado.

A casa recebeu ainda 49 migrantes que permaneceram por uma noite ou mais até partirem outros 26 migrantes não foram acolhidos na casa, mas foram encaminhados para outro serviço (como de saúde, por exemplo) e/ou receberam outros atendimentos e orientações da equipe técnica da casa.

De um trabalho feito com profissionalismo e persistência, das 144 pessoas que passaram pela casa, 104 não voltaram mais a viver nas ruas.

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