terça-feira, 26 de Janeiro de 2016 08:54h Atualizado em 26 de Janeiro de 2016 às 08:57h. Mariana Gonçalves

Acesso da comunidade do Tamboril deixa população insatisfeita com a Prefeitura

Não é de hoje que os moradores da Comunidade Tamboril vêm cobrando da Prefeitura de Divinópolis uma solução para o principal e único acesso da comunidade

A ponte de concreto que servia de travessia para pedestres e veículos foi parcialmente destruída pelas chuvas, isso já há algum tempo. Um acesso provisório, uma ponte de madeira, teve que ser construído poucos metros de distância da ponte original, no entanto, segundo moradores locais, o combinado era que esse acesso seria apenas provisório, e que, tão logo, a Prefeitura iria arrumar o local.

 


Em reportagem do Gazeta do Oeste, realizada em setembro passado, as péssimas condições deste acesso provisório tornaram-se motivo de preocupação da população. Inclusive, na ocasião mencionada acima, nossa equipe compareceu ao local e pôde verificar que, de fato, havia diversas tábuas soltas na ponte.
Estamos em 2016 e a situação no Tamboril é a mesma, por isso, alguns dos moradores locais se mobilizaram no último final de semana para um manifesto, chamando a atenção do poder público para o local. A faixa exposta feita pela população durante o ato trouxe os seguintes dizeres; “Área particular. Prefeitura não cumpriu acordo de 2015, exigimos a construção da ponte urgente”.

 

 

DEPOIS DA CHUVA

De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura, uma equipe fará nos próximos dias os reparos paliativos necessários na estrutura de madeira. Ainda segundo a assessoria, até que passe todo o período chuvoso, nada pode ser feito no local.

 

 

PARTICULAR

No dia 31 de Janeiro, a ponte que liga a Comunidade Rural de Tamboril a Santo Antônio dos Campos, construída em março de 1.978, cedeu.
O terreno, onde, hoje, está sendo usado como aceso à comunidade, trata-se de uma propriedade particular, conforme contou em entrevista anterior concedida ao Jornal Gazeta o presidente da Comunidade, Custódio Gomes de Oliveira, na época em que a primeira ponte foi destruída pela chuva, a equipe da Prefeitura conversou com o proprietário do terreno – um morador local, e com sua autorização, criou esse desvio. No entanto, o presidente da comunidade destaca que, na época em que houve tal acordo, o terreno seria usado apenas por um período de 60 dias.
Os moradores do local, cerca de 500 dentre crianças e adultos, necessitam diretamente desta ponte para ter acesso às demais comunidades rurais e, principalmente, à Divinópolis.

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