sábado, 7 de Março de 2015 06:06h Mariana Gonçalves

ADEFOM promove Dia da Beleza em homenagem as mulheres

Tratamento capilar e maquiagem, esses foram alguns dos serviços feitos especialmente para homenagear as mulheres frequentadoras da Associação dos Deficientes do Oeste de Minas (Adefom)

O Dia da Mulher, tradicionalmente, é lembrado em 8 de março, no entanto, a equipe da associação, por meio de uma parceria com uma escola profissionalizante de beleza da cidade, decidiu promover, ontem, um Dia de Beleza. Cerca de cem mulheres participaram das ações de beleza.
Segundo a assessora de comunicação e captação de recursos da Adefom, Juliana de Faria Couto, a intenção além de celebrar o Dia da Mulher, foi também uma forma de fazer com que elas tirassem um pouco de tempo do seu dia, para que dedicassem a si próprias. “Ser mãe de uma criança deficiente, de certa forma, é ter cuidados redobrados, então, estamos proporcionando a essas mulheres, mães, um tempo para se maquiarem, cortar o cabelo, fazer coisas que, às vezes, a rotina não as deixam ter tempo”, destaca.

 

RECONHECIMENTO

O Dia da Mulher, ou Dia Internacional da Mulher, é a celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, e foi adotado pelas Nações Unidas, e consequentemente, por diversos países. O Dia da Mulher é, muitas vezes, marcado por presentes simbólicos, como flores, em especial, rosas, poemas, frases, e etc.
Conta-se que essa data teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, na Primeira Guerra Mundial. Após a Guerra e a Segunda Revolução Industrial, as indústrias incorporaram as mulheres para mão de obra, e devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes. Por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões, cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia, terminar com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

 

 

 


Crédito: Mariana Gonçalves

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