sábado, 21 de Novembro de 2015 03:07h Atualizado em 21 de Novembro de 2015 às 03:11h. Mariana Gonçalves

Alimentação fora do lar continua cara em Divinópolis

O boletim econômico mensal, realizado pelo Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nupec) - vinculado à Faced em Divinópolis, realizou no município no período de 20 a 24 de outubro pesquisa dos custos da alimentação em vinte restaurantes

Foram avaliados os valores médios pagos pelas refeições em estabelecimentos comerciais que trabalham com, pelo menos, uma das opções: Prato feito, Self-Service, Comida sem balança.
O valor médio reflete os gastos com uma refeição completa, composta por prato principal. O preço encontrado para o Self-Service - valor mínimo foi de R$34,90, máximo de R$42,90. Sem balança: valor mínimo foi de R$4,50, máximo R$4,90 e do Prato Feito, valor mínimo R$6, máximo, R$15.
Conforme o relatório do Nupec, de setembro para outubro o preço do Self-Service teve aumento de trinta e oito centavos.

 

 

EM ALTA

Em Outubro, subiram os preços do frango, açúcar e alho, entre outros itens. De setembro para outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou e atingiu maior taxa desde 2002.
Os preços dos alimentos e bebidas subiram ainda mais de setembro para outubro, pressionados pelos aumentos dos preços do que é consumido fora e dentro de casa. Com isso, a inflação oficial, medida pelo IPCA, passou de 0,54% para 0,82%, conforme revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em material publicado na sua página oficial da internet.

 

 

SAÚDE

Mesmo com os preços em alta, a correria do dia-a-dia impede que muitos brasileiros retornem às suas residências para se alimentar durante as pausas no trabalho, por isso, a opção de comer na rua, por mais pesada que seja para o bolso, é a alternativa usada. Mas na hora de escolher o local para se alimentar não é só o preço que precisa ser avaliado com cuidado. As condições da comida e do local em que a mesma se encontra são muito importantes, muitas das vezes, o “barato” acaba refletindo “caro” na saúde. Um pedaço de alimento contaminado dentro do estômago é suficiente para o organismo produzir alguns dos sintomas mais comuns da intoxicação alimentar: náusea, vômito, dor abdominal e diarreia.
Alimentos à base de proteínas, (que levam leite, ovos e carne) são os mais propensos à contaminação. Quanto à famosa maionese, somente a versão caseira (que leva óleo e ovos na receita), oferece risco de contaminação. O produto industrializado, vendido em supermercados, não contém ovo e, por isso, não está exposto à bactéria salmonela, que é a causa mais comum das doenças alimentares.
No caso de lanches no comércio ambulante, prefira usar maionese, ketchup e mostarda em sachês. Observe as condições de limpeza, manutenção e organização do ponto. Veja se o vendedor usa uniforme e protetor de cabelos e se tem pinça ou espátula para virar o lanche na chapa. A Anvisa não recomenda o uso de luvas.
Prefira restaurantes bem arejados e iluminados. Além de banheiros limpos, veja se as toalhas das mesas estão limpas, observe o estado de conservação de louças e talheres e se a pia tem sabonete líquido e toalhas descartáveis.
Na hora da reposição dos pratos, observe se os funcionários usam touca para proteger os cabelos.

 

Créditos: Divulgação

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