terça-feira, 27 de Janeiro de 2015 09:51h Atualizado em 27 de Janeiro de 2015 às 09:53h. Mariana Gonçalves

Ativistas se reúnem para cobrar respostas e Prefeitura pede prazo até fevereiro

Membros da Frente de Luta Pelo Transporte Público e de Qualidade de Divinópolis e alguns ativistas se reuniram em frente à sede da Prefeitura de Divinópolis

Membros da Frente de Luta Pelo Transporte Público e de Qualidade de Divinópolis e alguns ativistas se reuniram em frente à sede da Prefeitura de Divinópolis para cobrar uma resposta do órgão acerca de dois protocolos registrados no dia 9 desse mês pedindo novos documentos sobre o reajuste da tarifa do coletivo.
A Frente continua defendendo que diante de suas análises o valor da passagem tem como ser reduzido, no entanto, até que se chegue a um consenso o grupo pede que o valor de R$ 2,60 volte a ser cobrado. Segundo a designer de interiores e participante do movimento, Maíra Lopes, a equipe técnica encontrou erros bastante simples nas planilhas apresentadas pela Prefeitura. “Protocolamos uma planilha relatando as diferenças que tem o nosso estudo comparado ao da Prefeitura onde eles consideram o aumento como justo, mas na verdade achamos vários problemas de cálculos, coisas básicas e que não batem com o que eles apresentam”, pontua.
Faixas e cartazes foram expostos em sinal de descontentamento da população com o reajuste. O protocolo-resposta da Prefeitura aos questionamentos da Frente diz o seguinte, na íntegra: “Conforme as solicitações no processo referenciado, estamos empenhados aos trabalhos para atendimento. Portanto, o responsável pela  planilha elaborada e o Sr Afonso Salgado que encontra-se de férias regulamentares logo com seu retorno estaremos concluindo estes trabalhos, com previsão para o mês de fevereiro (sic)”. O documento está assinado pelo responsável pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settrans), Simonides Quadros.

 

 

EDITAL DE LICITAÇÃO
O diretor do Consórcio Transoeste, Felipe Carvalho, pontuou que os questionamentos populares são importantes e devem ser ouvidos. No entanto, o Consórcio acredita que tudo está obedecendo às diretrizes do edital de licitação, não tendo nenhum erro. “O Consórcio Transoeste entende que a planilha tem o respaldo do edital de licitação, sem nenhum vício”, completa Carvalho.

 

Crédito: Mariana Gonçalves

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