sexta-feira, 22 de Maio de 2015 12:53h Atualizado em 22 de Maio de 2015 às 12:57h. Mariana Gonçalves

Banda divinopolitana traz de volta o rock da década de 1980

Estreando um novo momento musical, os rapazes da banda Faixa Sete se apresentam em Divinópolis e região trazendo de volta para a atualidade, sucessos do rock da década de 1980 e 1990

A banda é composta por quatro integrantes; Rafael Faria (Guitarra / Vocal), Gustavo Mendes (Vocal), Anderson Paulista (Baixo) e Eduardo Japa (Bateria), segundo os amigos, a musicalidade do grupo é pautada somente no rock nacional. Gustavo conta que a banda toca musicas do Capital Inicial, Legião Urbana, Engenheiros do Havaí, Raul Seixas, O Rappa, Charlie Brown Jr, dentre outras bandas.
“O foco para atrair o público é o repertório, as músicas dos anos 80 e 90, mesmo sendo antigas, as pessoas conhecem, por exemplo, Legião Urbana, diversas pessoas que não são da época da banda conhecem suas letras, por causa de seus pais, que escutavam. Além disso, não trabalhamos com letras agressivas, no sentido de falar sobre a política do país, pegamos o que foi sucesso e colocamos o nosso trabalho em cima disso”, destaca Gustavo.
Além dos sucessos já conhecidos, a Faixa Sete está apresentando para o público algumas canções autorais.

 

APOIADORES

Principalmente quem vive no mercado musical, sabe que projetar uma banda para o sucesso é algo complicado, o talento não é o único fator chave para quem deseja enfrentar esse mercado. Rafael contou sobre algumas dificuldades enfrentadas pelo grupo. “Por ser uma banda de rock, vender shows é mais difícil, a banda não possui empresário, então somos nós mesmos que corremos atrás de contratantes, graças a Deus está dando certo, agenda está cheia. Mas se algum empresário quiser abraçar o projeto com a gente seria ótimo. Para nós, atuar como empresários e como artistas  é complicado. O investimento financeiro é todo nosso, para gravar as musicas não sai barato, então se tivesse alguém que nós ajudasse seria melhor”, afirma.

 

CARREIRA

A equipe de reportagem fez um bate papo com os integrantes da banda, exceto com o Anderson, que no dia da entrevista não pôde comparecer, pois estava trabalhando.
Rafael foi um dos fundadores da banda. Segundo ele, a música está presente em sua vida há bastante tempo. “Já fiz outros trabalhos musicais antes, comecei em apresentações em barzinhos. Mas nada que me desse o retorno que estou tendo agora com a Faixa Sete, até acredito que isso esteja acontecendo por causa do repertório, a maioria das bandas de rock têm em seu repertório apenas o que seus integrantes gostam, e não pode ser assim, temos que tocar aquilo que o público quer ouvir, quando vamos fechar um repertorio, pensamos é no público”, completa Rafael.
“Na verdade, não toco nenhum instrumento com muita habilidade, mas sempre gostei de cantar. Em 2013, comecei a cantar em bandas, e a estudar sobre voz e canto. Daí o Rafael me chamou para cantarmos juntos, começamos fazendo acústico nos barzinhos e isso deu certo. Acreditei na ideia dele (Rafael) e hoje estamos com a banda formada”, diz Gustavo.
A música já faz parte da vida de Eduardo desde criança. “Comecei a tocar com 4 anos de idade, quando meu pai comprou uma bateria para mim, meu tio tocava violão e eu tentava acompanhar o som que ele fazia , nisso meu tio chamou a atenção do meu pai para o que eu estava fazendo, porque só de ouvi-lo, eu conseguia copiar o som. Então meu pai comprou uma bateria de dedo, e eu comecei a tocar na Igreja, um dia essa bateria travou e eu pedi minha mãe para me deixar fazer o som, e eu consegui fazer o som certo. Passei então a tocar em uma bateria maior, mas fui morar fora por alguns anos, e quando voltei, já tocava outro estilo de musica.
Um dos antigos integrantes da banda é quem me chamou para fazer parte da Faixa Sete. “Eu, logo que escutei o repertório deles, gostei, e estamos hoje fazendo essa parceria bacana”, finaliza.

 

Crédito: Divulgação

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.