quarta-feira, 15 de Abril de 2015 10:33h Atualizado em 15 de Abril de 2015 às 10:37h. Mariana Gonçalves

Banda Fator RG7 prepara novidades para comemorar seus 48 anos

No próximo mês a banda Divinopolitana Fator RG7 celebrará 48 anos e para eternizar esse momento especial à diretora e empresária da banda, Ana Paula Calixto, conta que estão sendo preparadas grandes novidades

O público irá se surpreender com o que vem por aí.
Conforme Ana Paula, no segmento de banda baile, hoje o RG7 é o grupo mais antigo do Brasil. A banda nasceu no dia 15 de maio de 1967. O passar dos anos e a evolução do mercado musical fizeram com que algumas coisas fossem modificadas na banda.
No entanto, a essência da RG7 é algo que permaneceu intacto desde o seu início. “Quando meu pai formou a banda ela era estilo seresta, com o tempo é que fomos evoluindo. Logo que os Backstreet Boys 'estouraram', isso nos anos de 1990, o mercado passou a exigir bandas do estilo deles, com pessoas que cantam e dançam, então fomos trocando a nossa roupagem, mas mantivemos a musicalidade”, acrescenta a diretora do grupo.
Após a morte do pai, há cinco anos, Ana Paula assumiu a coordenação da banda. Atualmente a Fator RG7 é composta por 25 pessoas, entre dançarinos, cantores e profissionais de técnica.

PREMIAÇÕES
Por oito anos consecutivos a banda conquistou o Prêmio Máster de Qualidade Brasil, realizado no Rio de Janeiro. “É muito gratificante. Fazemos o que gostamos e ser reconhecido por isso é ótimo. Além do quê, ter o nosso trabalhado valorizado acaba que nos dá combustível para sempre fazer mais e melhor”, pontua Ana Paula.
A banda foi ainda ganhadora por duas vezes do Troféu Xeque Mate – evento realizado aqui em Divinópolis. Representando o grupo, recentemente as cantoras Maura Batista e Kelly Crsy participaram do programa Máquina da Fama, do STB. Em edições anteriores a Gazeta do Oeste trouxe uma entrevista em que as cantoras contaram um pouco dessa experiência.
“Ganhei em primeiro lugar e, claro, fiquei muito feliz. Tive muito pouco tempo para treinar e me parecer com a Anitta, ensaiei todos os seus gestos e inclusive tive que modificar a minha voz, porque ela é carioca e eu mineira. Essa parte foi bem difícil, mas consegui”, destacou Maura na ocasião.
A experiência de poder representar o nome da banda em que trabalhava, bem como a cidade em que reside, fez com que Kelly aprendesse lições importantes. Uma delas foi sentir-se mais segura. “É pressão o tempo todo, por isso acredito que aprendi a ficar mais segura”, encerra.

 

Crédito: Divulgação

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