sábado, 7 de Março de 2015 06:46h Atualizado em 7 de Março de 2015 às 06:48h. Mariana Gonçalves

Busca por crescimento pessoal e profissional faz com que maternidade seja melhor planejada

Ser mãe é a vontade de muitas mulheres, porém, o ato da maternidade tem sido cada vez mais planejado

Hoje, o público feminino está correndo atrás de formação pessoal e profissional para depois programar uma gravidez. A Assistente Social, Elaine Cristina Siqueira Natividade, vivenciou a primeira gravidez aos 34 anos de idade. “Primeiro, eu quis organizar minha vida profissional, para depois ter filhos, fiz tudo programado, e foi bom, porque assim, você consegue dar mais atenção para o filho. Se tivesse um filho quando mais nova, muitas coisas deixariam a desejar porque eu não daria conta de cuidar, tanto da vida profissional, quanto da pessoal”, comenta Elaine.
Ainda segundo a assistente social, o planejamento a possibilitou terminar o curso superior, se casar e aproveitar esse novo momento para, a partir daí organizar a chegada de um bebe. Da primeira gravidez de Elaine para os dias atuais já se passaram seis anos, e isso permitiu que uma nova gestação também fosse preparada. “Engravidei agora aos 40, porque não tinha condições de levar outra gravidez antes, meu marido estava estudando em várias cidades, então, sempre estávamos mudando, achamos melhor esperar ele se estabilizar para que, então, tivéssemos condições de ter outro filho, e criar ele de forma segura”, afirma.
Para Elaine, é importante planejar o futuro, principalmente, se está relacionado à maternidade, pois a criança demanda além de atenção, estabilidade financeira por parte dos pais, - claro que isso nem sempre é possível, mas se a família estiver com toda uma programação de vida, evita que apertos ocorram. “Quando se quer ter filhos, você precisa construir toda a sua história primeiro. Ter filhos muito nova pode até ser bom, por exemplo, minha irmã foi mãe nova, só que ela deixou de fazer muitas coisas que ela gostaria, para poder cuidar do filho”, pontua.
Por fim a assistente social salienta que “a vida profissional e afetiva muda muito com a chegada de uma criança. Filho vem de Deus, planejamos, mas acontece como Deus quer”, encerra.

 

ESTUDO

Buscando fazer um futuro promissor, Ana Paula D'Eça de Oliveira, se graduou em letras e jornalismo. Para ela, o ensino superior não proporciona somente o crescimento intelectual, “é importante para a vida também, pois você cresce como pessoa”, destaca.
Ainda segundo Ana Paula, depois da graduação, o mercado passa a te olhar de maneira diferente. “Essa situação tem dois lados; O ruim é que você não ocupa mais qualquer vaga, porque muitos preferem quem não é capacitado, pois o custo salarial é menor. Por outro lado, você se torna mais valorizado e tem mais oportunidades, como concursos”, ressalta.
Já trabalhou como professora, mas atualmente Ana Paula atua em um programa de entretenimento exibido pela TV Candidés. Pelo visto, ela não pensa em parar por aí não. “Pretendo continuar estudando, fazer uma pós nas áreas em que já sou graduada. Quero também fazer um curso de história, que ao lado do jornalismo, são minhas paixões. Além de querer outras experiências com TV, que é o que mais gosto dentro do jornalismo”, completa.

 

Crédito: Arquivo Pessoal

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