sexta-feira, 15 de Agosto de 2014 07:12h Atualizado em 15 de Agosto de 2014 às 07:16h. Lorena Silva

Câmeras do Olho Vivo operam em fase de teste

Segundo Polícia Militar, inauguração oficial do projeto ainda não tem data definida

Todas as 32 câmeras do projeto Olho Vivo já estão funcionando em período de teste em Divinópolis. De acordo com o tenente da Polícia Militar, Stanley Pena, ainda não há uma data para a inauguração oficial do projeto. Em matéria veiculada no dia 23 de julho pela Gazeta do Oeste, o secretário de Trânsito e Transportes, Simonides Quadros havia estipulado que a data para a inauguração seria ontem.
No entanto, a Polícia Militar aguarda a finalização das obras estruturais do projeto nas vias da cidade, inclusive a recomposição dos ladrilhos para o seu lançamento. “Estamos na fase de conclusão da parte de infraestrutura da região central. A Polícia Militar, juntamente com a Prefeitura, está cobrando da empresa a recomposição das vias que foram abertas. Após recompostas as vias e os fechamentos das valas que ainda precisam ser abertas, aí sim o projeto vai ser inaugurado em tom social, no caso, com a presença das autoridades”, explica o tenente.

 

 

 

MONITORAMENTO
Segundo o tenente, todas as câmeras já foram devidamente instaladas no município e os funcionários da empresa do segmento de segurança já foram treinados e capacitados para exercer a função de monitoramento das máquinas, que ainda estão sendo testadas.
“A gente chama de módulo de treinamento, porque é um software avançado. Os próprios funcionários são novos na função, então eles carecem realmente de um tempo para adquirir a expertise. Inicialmente vai ser em caráter de treinamento, até a inauguração oficial do projeto”, esclarece Stanley.
As imagens capturadas pelas câmeras são transmitidas em tempo real para uma central de monitoramento, que fica na sede do 23º Batalhão de Polícia Militar, no bairro Afonso Pena. Stanley explica que três funcionários estão trabalhando em cada turno no local, de maneira que as 32 câmeras estejam divididas entre eles para serem monitoras. Durante o acompanhamento das câmeras, os funcionários ficam sob a supervisão de um policial militar.

 

 

 

Crédito: Lorena Silva

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