segunda-feira, 31 de Agosto de 2015 10:16h

Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Pitágoras é reconhecido pelo MEC com nota relevante

Mais um curso da Faculdade Pitágoras de Divinópolis foi reconhecido com avaliação extremamente positiva pelo Ministério de Educação (MEC)

O órgão avaliou, no início do mês de agosto, o curso de Engenharia Ambiental e o reconheceu, perante toda a comunidade acadêmica, com conceito 4 (escala de notas varia de 1 a 5). Isso demonstra a qualidade e o comprometimento dos alunos, professores, coordenadora do curso e dirigentes da instituição com o importante trabalho destinado à graduação. A nota destaca o curso de Engenharia Ambiental da instituição, colocando-o entre os melhores oferecidos em Minas Gerais.


Para a coordenadora do curso de Engenharia Ambiental, professora Danielle Comitante Leão, o reconhecimento com nota expressiva é o resultado de um trabalho constante e sério, empreendido por docentes, discentes, servidores técnicos, pessoal de apoio e comunidade externa. “Esta avaliação positiva do MEC comprova a qualidade da Faculdade Pitágoras como instituição de Ensino Superior e, sobretudo, a competência e envolvimento de todos os professores e alunos em construirmos um curso referência na área ambiental para nossa região", comemorou. O Relatório de Avaliação, elaborado a partir da visita de uma comissão do MEC à Faculdade, destacou a qualidade do corpo docente da instituição, tanto no tempo de magistério quanto na experiência prática, contribuindo para qualidade dos conteúdos ministrados, além de um enorme destaque para a atuação da Coordenação. Durante a visita, além da verificação de documentos, foram feitas reuniões com docentes e discentes, além de visitas a laboratórios, biblioteca e projetos relacionados ao curso.

Curso referência e com mais de 300 alunos

O curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Pitágoras de Divinópolis foi autorizado em 2009 e ofertado pela primeira vez em 2010. São ofertadas 100 vagas anuais, sendo 50 vagas por semestre, no período noturno. Segundo a coordenadora, o curso pauta seu foco em qualificar profissionais no aspecto de gestão ambiental e elaboração e condução de projetos sustentáveis para empresas, governo e empreendimentos das mais diversas áreas de atuação. “Desde o início da primeira turma, nosso objetivo é possibilitar aos alunos uma expectativa maior devido às grandes oportunidades que têm surgido em função da regulação das atividades empresariais sob o aspecto ambiental, não se limitando à função de analistas, mas sim de prestadores de serviço participantes efetivos na implementação de grandes projetos ambientais, ou ainda atuar, como perito, auditor e fiscalizadores na área”, explicou.

Alguns itens importantes do curso de Engenharia Ambiental foram avaliados com conceito máximo (nota 5) pela Comissão do MEC. Entre eles, a coordenação do curso, o corpo docente (titulação e experiência), os laboratórios e, principalmente, a bibliografia. Segundo o diretor da Faculdade Pitágoras, Prof. Francisco Resende, esta avaliação é reflexo dos investimentos recentes feitos em todos os cursos, tornando a instituição moderna sob o ponto de vista tecnológico e bem estruturada no que tange à biblioteca. “Temos uma biblioteca com cerca de 65 mil exemplares, ou seja, uma das mais bem estruturadas da região. Todo o investimento em estrutura tecnológica coloca a Faculdade Pitágoras em uma situação de vanguarda na região”, comemorou. O curso de Engenharia Ambiental formará sua primeira turma de profissionais no final deste ano.

Área de formação com oportunidades

As oportunidades para o profissional que lida com questões sanitárias e ambientais são grandes no setor público. Alguns números levantados pelo IBGE e pela Agência Nacional de Águas comprovam isso: apenas 40% dos municípios brasileiros contam com aterros sanitários para deposição de resíduos sólidos; em quase 100% deles a água é tratada. Mas nas regiões com menor densidade populacional, como a Região Norte, 20% das cidades ainda bebem água sem tratamento; o esgoto é mais preocupante, já que pouco mais da metade dos municípios tem rede coletora. E quase 40% despejavam o esgoto a céu aberto. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, do governo federal, estabelece normas rígidas para o descarte de lixo: todos os municípios têm de erradicar os lixões e fazer a compostagem do lixo orgânico. Isso já dá uma ideia do mercado que se abre no setor público. O saneamento no Brasil tem, ainda, outras prioridades, principalmente na coleta de esgoto.

No setor privado, merecem destaque a recuperação de áreas degradadas e as ações de sustentabilidade, cobradas com ênfase cada vez maior das indústrias. Grandes construtoras e empresas de energia também demandam estes profissionais, para avaliar e prevenir o impacto ambiental nas obras e manutenção das operações de extração de petróleo, hidrelétricas e termelétricas. As oportunidades são maiores nas capitais e cidades de médio porte e nas regiões de concentração industrial e agrícola, no Sudeste e Sul. A instituição está com processo seletivo agendado para o curso de Engenharia Ambiental, para início imediato do curso, com uma campanha especial: 50% de bolsa para novos ingressantes no curso que começarem seus estudos ainda no segundo semestre de 2015. Mais informações pelo telefone (37) 2101 4877.

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