quarta-feira, 8 de Julho de 2015 10:36h

“Dando Corda” abre inscrições para aulas de violino e violoncelo

A Associação Cultural Cordas e Sons abriu as inscrições para as novas turmas do projeto “Dando Corda”

As aulas são direcionadas a todas as idades e não é necessário ter conhecimento musical prévio para a inscrição. Serão três turmas violino para crianças, violino e violoncelo destinado a jovens e adultos. Cada turma terá aproximadamente 15 vagas.
A aula inaugural, com entrada franca, acontecerá nesta quinta-feira (09/07), às 19h30, na Escola Estadual Padre Matias, ao lado da Praça Benedito Valadares (Praça do Santuário). As inscrições podem ser efetuadas no dia da aula inaugural no local ou enviando-se correio eletrônico com nome, idade e instrumento pretendido em ongcordasesons@gmail.com.
Criado em 2012 pela ONG Cordas e Sons, o projeto “Dando Corda” atualmente contempla cerca de 100 alunos e tem como objetivo oferecer oportunidade aos candidatos que queiram aprender a tocar instrumentos clássicos e futuramente ingressar em uma das duas orquestras mantidas pela organização.
A Prefeitura de Divinópolis, pela Secretaria Municipal de Cultura (Semc), em 6 de abril, apresentou a lista de 25 projetos artístico-culturais aprovados pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura para serem beneficiados no valor de R$ 290 mil. O incentivo financeiro permitirá que propostas selecionadas como o Festival Nacional de Música de Divinópolis (Femudiv) possam ir mais longe em mudar o cenário cultural local.
O Femudiv foi um dos projetos aprovados pela Comissão Deliberativa de Incentivo à Cultura. A proposta favoreceu a reativação da banda sinfônica da Escola de Música Municipal Maestro Ivan Silva e o surgimento da Orquestra Jovem e da orquestra Cordas e Sons, disse Walter Caetano, regente e presidente da Ong Cordas e Sons e idealizador do projeto. “A Lei de Incentivo à Cultura pode viabilizar e profissionalizar produções artístico-culturais, como concertos com cenário, iluminadores, bons músicos e produtores. Se tivéssemos de cobrar por eles, não poderíamos vender ingressos a preços populares, o que tornaria o acesso do público mais difícil”.

 

 

 

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