terça-feira, 16 de Dezembro de 2014 05:40h Atualizado em 16 de Dezembro de 2014 às 05:46h. Mariana Gonçalves

Empresa Papa-Aguapé toma frente do custeio das maquinas que operaram o plano B

Recentemente a Gazeta do Oeste noticiou que o Plano B, criado para ser um auxílio da máquina Papa Aguapés durante a retirada das plantas no Rio Itapecerica, chegou ao fim

No entanto, as máquinas referentes ao Plano B voltaram a operar, dessa vez sob o custeio do empresário Alexandre Laredo, proprietário do Papa-Aguapés.
O Plano B mostrou grande agilidade no que diz respeito à retirada das plantas do rio.  A expectativa é de que o trabalho em conjunto faça com que o rio seja entregue limpo, sem as plantas, antes mesmo do dia 31 desse mês. Segundo o coordenador da Defesa Civil e secretário Municipal de Operações Urbanas, Dreyfus Rabello, atualmente o trabalho consiste em retirar os aguapés agarrados às laterais do rio. O secretário afirma que as plantas presas no meio do rio já foram retiradas. Em poucos dias o trabalho sará encerrado por completo.
Rabello destacou que a chuva contribuiu para minimizar o mau-cheiro do rio, mas, na questão de retirar os aguapés, o secretário disse não ter contribuído em nada. “À medida que o aguapé se solta, como estamos falando de uma planta que flutua, então a ordem natural é que ela flutue para outras partes do rio. Fizemos uma barreira de contenção para evitar que essas plantas ultrapassem a ponte do Niterói, assim temos condições de removê-las”, pontua.
De acordo com o secretário, mais de 2.700 caminhões de aguapés já foram removidos. As plantas estão sendo retiradas do rio e colocadas em um espaço vago próximo ao campo do Guarani, no Porto Velho. À medida que as plantas forem secando, as mesmas serão transferidas para o aterro controlado.

 

 

 

RECOMPOSIÇÃO
Para a entrada das máquinas, uma parte do calçadão do Porto Velho, próximo ao Hotel Imperador, precisou ser danificada. De acordo com Rabello, logo que o trabalho no rio for finalizado a Secretaria de Operações Urbanas irá refazer o trecho do passeio que foi destruído pelas máquinas. “Temos consciência da importância dessa via e, assim que todo esse processo de limpeza for finalizado, vamos fazer a recomposição do local”, encerra.

 

 

Crédito: Mariana Gonçalves
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