sábado, 28 de Março de 2015 06:01h Atualizado em 28 de Março de 2015 às 06:07h. Lorena Silva

Espetáculo “Adultérios e outras pequenas traições” é apresentado em Divinópolis

Peça relata seis histórias engraçadas envolvendo amor e traição

O Teatro Usina Gravatá, em Divinópolis, será palco hoje do espetáculo “Adultérios e outras pequenas traições” – peça que conta histórias de adultérios e outras traições, sempre de forma bem-humorada e com uma narrativa que busca surpreender o público. Com direção de Sérgio Abritta, a peça vai ser encenada a partir das 20h e possui classificação etária de 16 anos.
Com única apresentação em Divinópolis, o município será o 15º de Minas Gerais a receber o espetáculo – já tendo passado por cidades como Ouro Preto, Itaúna, Juiz de Fora e Ipatinga, por exemplo. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente na sorveteria Slep, que fica na Avenida Antônio Olímpio de Morais, 850, no Centro. Os valores do ingreesso são de R$ 10, a inteira, e R$ 5, a meia.

CASOS DE TRAIÇÃO
Seis diferentes histórias compõem o roteiro de “Adultérios e outras pequenas traições”. O espetáculo começa com sessões divertidas de sadomasoquismo. Em seguida, na vida pacata de um casal que já comemorou bodas de prata, um segredo pode abalar a união. O funcionário público se apaixona pela moça do ônibus coletivo, sem saber do mistério que ronda a jovem.
Outro caso envolve o psiquiatra que recebe uma paciente que não marcou horário, mas vai marcar a vida dele para sempre. O marido ama a mulher desesperadamente e faz qualquer coisa para não perdê-la. Por fim, o espetáculo conta a história de uma grande surpresa que uma secretária que aguarda ansiosamente o casamento nem espera.
Todas as histórias são encenadas pelos atores Alex Zanonn, Alexandre Toledo, Jacqueline Calazans, Marcus Labatti, Pedro Vieira e Sidneia Simões, que se revezam em vários papéis, para abordar tramas que nem sempre são inspiradas em fatos concretos, mas tratam de situações possíveis. Segundo a Companhia, para compreender melhor questões envolvidas nas histórias de amor e traição, uma antropóloga e socióloga - com especialização em sexologia - foi convidada para falar de suas pesquisas.

CIA. DA FARSA
Com quase 15 anos na estrada, a Cia. da Farsa, de Belo Horizonte, tem uma trajetória que inclui duas montagens infantis de textos de Maria Clara Machado, “Tribobó City” (2002) e “Aprendiz de Feiticeiro” (2009) e duas montagens de obras do escritor Ariano Suassuna – “Farsa da Boa Preguiça” (2003) e “Auto da Compadecida” (2008). Além disso, os espetáculos “O Contrabaixo” (2005), baseado na obra de Patrick Süskind, “Retrato Falado” (2005), com texto de Teresa Frota e “Cuidado: Frágil!”, resultado de criação coletiva.
Em setembro do ano passado, houve a estreia do mais novo espetáculo da Companhia - “Senhora dos Afogados”, com texto de Nelson Rodrigues. Além de ter recebido o 6º Prêmio Prêmio Usiminas - Sinparc de melhor espetáculo, com a montagem “Auto da Compadecida”, a Cia da Farsa já recebeu vários outros prêmios e indicações.

 

Crédito: Divulgação / Lucas Serpa

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