quarta-feira, 25 de Novembro de 2015 09:37h Atualizado em 25 de Novembro de 2015 às 09:41h.

Estudantes participam de oficina sobre Educação Patrimonial

Alunos do ensino médio da Escola Estadual Monsenhor Domingos participaram na manhã desta segunda-feira, na Biblioteca Ataliba Lago da oficina sobre Educação Patrimonial

O evento é uma parceria entre a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e a Secretaria Municipal de Cultura.
Na Escola Monsenhor Domingos já é desenvolvido o projeto Educar voltado para ensinar sobre patrimônio para alunos do ensino fundamental. A parceira com a UEMG propiciou que o tema fosse trabalhado também com estudantes do ensino médio. Outras escolas também serão convidadas a participar desta oficina.
O historiador da prefeitura, Faber Barbosa, destacou a importância de se debater o tema com os estudantes. “A nossa cidade é muito dinâmica. Ela se altera toda semana, principalmente o Centro. Como a cidade tem esta visão progressista, a construção reflete muito isso. Com isso vemos que o patrimônio cultural, que se reflete muito nas construções, sofre muito. A ideia então é incluir esses alunos, conscientizá-los e capacitá-los para serem novos agentes para nos ajudarem a mediar esse processo entre desenvolvimento e preservação”, disse.
Juliana Rodrigues de Souza uma das estudantes de História da UEMG responsável por pela oficina informou a forma como o conteúdo é abordado. “Apresentamos após estudantes uma linha do tempo para levá-los a refletir sobre a importância da história, o que nos trouxe até os dias atuais. Depois passamos para um bate papo para levá-los a refletir que para existir história é preciso ter memória e para que a memória seja acionada é preciso ter patrimônio. Em seguida mostramos as diferentes formas de se reconhecer o patrimônio seja ele tangível ou intangível, material ou imaterial. É proposto que os alunos analisem dentro da sua própria realidade familiar, cultural, regional na cidade, aquilo que eles reconhecem como patrimônio. No final é feita a árvore da memória quando é pedido aos alunos que deixem os “frutos”, um registro por escrito sobre o que eles acham que não pode ser perder de jeito nenhum e virá a ser patrimônio para a história futura”, explicou.
Hoje é a vez da Escola Estadual Vicente Mateus participar da oficina.

 

Créditos: Katiuscia Freitas / PMD

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