sábado, 24 de Setembro de 2016 11:29h Pollyanna Martins

Feirão de veículos será realizado normalmente neste final de semana

neste final de semana Devido à Festa da Cerveja, o tradicional bolo de dois metros, feito para comemorar o aniversário do feirão, foi adiado para o domingo, 2 de outubro

O Feirão de Veículos será re­alizado normalmente amanhã, mas, devido à Festa da Cerveja, o tradicional bolo de dois me­tros, feito para comemorar o aniversário do feirão, foi adiado para o domingo, 2 de outubro. Segundo o coordenador do Feirão, Márcio Antônio Bento, neste ano, o Feirão de Veículos de Divinópolis completou, no dia 14 de setembro, sete anos e várias atrações passaram pelo evento para comemorar mais um aniversário. “O Feirão vai acontecer normalmente no seu espaço, mas, devido à Festa da Cerveja, nós não vamos ter o bolo de dois metros”, explica. Os portões serão abertos às 7h, e o evento terá todas as ativida­des normalmente. Conforme o organizador do evento, no dia 2 de outubro, dia das eleições municipais, o Feirão de Veí­culos também será realizado, porém não serão vendidas bebidas alcoólicas.

De acordo com Márcio, para marcar mais um ano do Feirão, foi lançada, durante o mês de aniversário, a terceira edição do Festival de Música Regional para Novos Talentos. “Nós iniciamos este festival em 2014, e já na primeira edição foi um sucesso total”, afirma. As inscrições para o festival vão até 10 de outubro e podem ser feitas na Rádio Minas FM, na Divinópolis Calçados da Avenida 21 de abril e também no Feirão de Divinópolis. O primeiro colocado ganhará R$ 1 mil, o segundo colocado R$ 500 e o terceiro R$ 300, além de receber da Rádio Minas FM o troféu de 70 anos da rádio e brindes. Poderão se inscrever cantores individuais, duplas e trios, e instrumentos de sopro, violão ou playback. “O Festival faz parte da comemoração de aniversário do Feirão e as eliminatórias começam logo após o encerramento das inscrições. Para mais informa­ções, o telefone de contato é 9 9982-0303”, informa. A final do festival será em dezembro, junto com a festa de Natal do Feirão.

0pt;�� -a�h�pia","serif";mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA'>

O consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ed­mundo Maia, se reuniu com a diretoria do Instituto de Pre­vidência dos Servidores de Divinópolis (Diviprev) e seus conselheiros para explicar so­bre o andamento do diagnós­tico com objetivo realizar uma avaliação atuarial e equacionar o déficit técnico. Edmundo ex­plicou que uma série de fatores contribuiu para o atraso do estudo e a sugestão é aguardar a reforma da previdência para concluir o diagnóstico.

O consultor abriu o encon­tro explicando que o processo não teve um ritmo adequado devido a Medida Provisória 664. “O Diviprev contratou a Fundação Getúlio Vargas no final de 2014 e uma série de eventos aleatórios o processo não teve um andamento curto como deveria ser. Primeiro saiu a MP 664 e o trabalho da reforma da previdência foi realizado dentro desta medida provisória. Tínhamos-nos um prazo do contrato a cumprir e tínhamos que fazer com legis­lação disponível e não podia ficar esperando uma situação de futuro. Quando chegamos em março de 2015 para apre­sentar o trabalho, o Ministério não concordou por se tratar de uma medida provisória e não de uma lei. Claro que a intenção era fazer o trabalho dentro de uma MP e depois que promulgada a lei faria a mudança”, afirmou.

Edmundo Maia afirmou que FGV aguardou a promul­gação da lei. “Ficamos espe­rando a promulgação da Lei que só saiu em junho. A lei sai com muita diferença da MP e neste intervalo de tempo ar­recadação de Divinópolis caiu bastante e isso agravou a situa­ção do Diviprev em termos das contribuições adicionais que a prefeitura teria que fazer. Então as propostas de dezembro de 2014 já não eram suficientes”.

NOVA PROPOSTA

A FGV elaborou uma nova proposta visando às gerações futuras, no entanto o Minis­tério da Previdência aceitou no primeiro momento, mas recuou. “Partimos para outras soluções com o objetivo de usar o modelo de gerações futuras, que é muito utilizado em outros países. Desenvol­vemos um modelo teórico e apresentamos ao Ministério, que aprovou informalmente. Quando fomos levar o mo­delo, que estava previamente acertado, o ministério recuou. Entendemos esse recuo com uma decisão de nível superior”, disse.

Edmundo Maia ressaltou que a sugestão e participação dos conselheiros são de extre­ma importância para definir os próximos passos. “Continua­mos buscando outras soluções. É decisão de consenso é essa: de não mexer por enquanto com os servidores e esperar a reforma da previdência. O que estou sugerindo para os conselhos é participem de uma maneira mais intensiva não só para que estejam informados dos problemas, ou como tam­bém sugerir outras opções o equacionamento do déficit técnico. O equacionamento é uma meta de todos, dos servi­dores, sociedade e do governo”, afirmou.

DIVIPREV

A Diviprev contratou a FGV com objetivo de avaliação atuarial – elaborada a partir de dados estatísticos da po­pulação coberta pelo plano. Também analisa a identifi­cação do déficit técnico com projeção dos fluxos futuros das receitas e despesas pre­videnciárias para um cenário de longo prazo. A proposta de equacionamento prioriza a ela­boração de proposta com con­sonância com a capacidade de pagamento.

© 2009-2016. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.