sexta-feira, 22 de Novembro de 2013 06:37h

Força Tarefa Contra a Dengue reforça combate em Nova Serrana

Agentes da Força Tarefa Contra a Dengue chegaram, em Nova Serrana para reforçar as ações da equipe de epidemiologia. Os 30 homens visitarão os bairros que apresentaram maiores índice de dengue segundo o último Levantamento de índice Rápido do Aedes Aegypt

Agentes da Força Tarefa Contra a Dengue chegaram, em Nova Serrana para reforçar as ações da equipe de epidemiologia. Os 30 homens visitarão os bairros que apresentaram maiores índice de dengue segundo o último Levantamento de índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa). O objetivo é intensificar os trabalhos de combate à Dengue, além conscientizar e envolver a população nas atividades de prevenção. 
Durante duas semanas os agentes visitarão mais de seis mil domicílios dos bairros, Santa Luzia, São Geraldo, Novo Horizonte e Romeu Duarte. Serão realizadas ações como tratamento focal, uso de larvicidas para controle da larva do mosquito, vedação de caixas d’águas e remoção dos materiais que ofereçam condições para a proliferação do mosquito.
O coordenador dos agentes, Magno Luiz, explica que o trabalho dos agentes é preventivo e direcionado aos bairros mais vulneráveis. “Buscando a colaboração e envolvimento da população nos trabalhos de controle do mosquito transmissor”. Luiz afirma que a Dengue em Nova Serrana está sob Controle. “Atualmente não há casos confirmados no município”.

Queda no índice de Dengue
O índice de infestação de dengue em Nova Serrana sofreu queda significativa em 2013, de acordo com o último LIRAa. De janeiro a outubro o número passou de 6,8% para 1,8%, próximo da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, de 1%. Os casos de Dengue na cidade reduziram em 70%.
A chefe de Endemia da Secretaria de Saúde, Solange Delavali, conta que várias atividades foram realizadas pela equipe de endemia para baixar o índice. “Trabalhamos forte e conscientizando a população durante o período baixo da Dengue para que não tenhamos uma epidemia no verão”.
De acordo com o resultado do LIRAa realizado entre os dias 21 e 25 de outubro, os maiores criadouros do mosquito são os lixos e resíduos sólidos (34%), seguido por vasos de plantas e bebedouros de animais (31,2%) e por calhas, Lages e ralos sanitários em desuso (11,9%).

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