quarta-feira, 6 de Agosto de 2014 05:35h Atualizado em 6 de Agosto de 2014 às 05:38h. Mariana Gonçalves

Imóveis abandonados geram transtorno a população

Embora a existência de imóveis abandonados não seja exclusividade de uma região isolada na cidade, vamos mostrar em especifico duas situações envolvendo o mesmo bairro.

. Na Rua Estanho, esquina com Rua Cobre, no Niterói, a casa já está abandonada há alguns anos.
Apenas pela análise do olhar, o imóvel aparenta ter uma estrutura muito boa em seus dois andares, porém, o seu mau uso tem contribuído para que a casa ganhe características de um ambiente perigoso. O muro, portão e janelas do imóvel estão totalmente depredados, por isso ter acesso ao interior da casa se tornou bastante fácil, daí a preocupação por parte dos vizinhos, pois em sua maioria os frequentadores do local são pessoas usuárias de drogas, andarilhos e moradores de rua.
Ainda no bairro Niterói encontramos na Rua Mendorim a estrutura do que um dia foi uma casa. Totalmente aberta, qualquer pessoa pode ter acesso ao local. Pelo que a equipe de reportagem pôde observar, o imóvel começou a ser demolido, mas a ação não foi concluída. Hoje o espaço, além de ser propício para abrigar usuários de droga, está servindo também como bota fora.

 

 

 

PROTOCOLO
Conforme a Prefeitura de Divinópolis, existem alguns pontos que devem ser observados. O órgão só pode tentar tomar alguma providência se houver uma denúncia protocolada sobre a situação do imóvel em questão. Após a denúncia feita via protocolo, a equipe da Secretaria de Posturas faz um diagnostico da situação e já aciona o proprietário do local para que ele apresente os documentos relativos ao imóvel.
Ainda de acordo com a Prefeitura, em sua grande maioria os imóveis abandonados estão em processo judicial, o que dificulta qualquer decisão por parte do poder público municipal. Porém, existem leis que incidem sobre a obrigatoriedade de todo cidadão manter seu lote limpo, de modo que não ofereça risco à saúde pública. Com isso, a Prefeitura pode fiscalizar e, caso seja necessário, aplicar as penalidades cabíveis.

 

 

Crédito: Mariana Gonçalves

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