quinta-feira, 10 de Maio de 2012 11:35h Flaviane Oliveira

Ipem fiscaliza bombas de combustível da cidade

No município mais de 300 bombas de combustível são vistoriadas. Em toda cidade o Ipem fiscaliza ainda balanças e instrumentos de medidas. Desde o início do ano dos 4425 instrumentos verificados na região, 309 foram reprovados totalizando o índice de 6,98%

Em Divinópolis há uma média de 2536 instrumentos devidamente registrados e catalogados. Esse instrumentos são as balanças, bombas de combustível e demais instrumentos medidores que passam por fiscalização do  Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Minas Gerais. Essa taxa pode oscilar em 5% para mais ou para menos, devido ao crescimento da economia. Até o momento já foram verificados 2.953 instrumentos no município.
Em toda a região de atuação da cidade de Divinópolis, 4.425 instrumentos verificados, “Foram reprovados 309 instrumentos e emitidos 22 autos de infração no universo de 4116 aprovados de janeiro de 2012 até o dia 4 de maio. Eu tenho índice de 6,98% de reprovação. Cabe dizer que a reprovação não está diretamente associada ao auto de infração porque as portarias de balanças e bombas medidoras possuem medidas de tolerância” explica o  o gerente do Ipem em Divinópolis, Rohorez  Kassios de Faria.
Em Divinópolis o Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Minas Gerais (Ipem-MG) é o órgão delegado do Inmetro, dessa forma o Inmetro delega a competência de suas atribuições aos  Ipems em todos os estados. De acordo com o gerente do Ipem, o Instituto conta com 12 regionais, “O regional de Divinópolis compete a ele equipes formadas na área de certificação compulsória que são os  brinquedos, capacetes, preservativos, plugs e tomadas. São fiscalizações de produtos na área que já tem a certificação aprovada. Realmente eles estão indo para confirmar realmente  se aqueles produtos ostentam a marca do Inmetro e se estão dentro da conformidade” conta o gerente do Instituto.
Outra área que é gerenciada no município é a de metrologia legal, “A metrologia legal são os instrumentos de pesar e de medir e que a gente tem dentro dos 50 municípios que a regional Divinópolis atende. Basicamente a  gente trabalha com a verificação de balanças na área comercial, na área médio porte que começa a área industrial e na área de grande porte que são as balanças rodoferroviárias que são de caminhão. E as bombas de combustível que são os postos de combustível. Então  atualmente a gente trabalha nos 50 municípios fazendo essa verificação e a gente vai em todas e a gente  tenta cumprir pelo menos 100% de todas as bombas” explica  Rohorez. O Ipem é responsável ainda pelas fiscalizações de metros rígidos para medida de tecidos e também a fiscalização dos taxímetros.

ESTATÍSTICAS
Do dia 1º de janeiro a 4 de maio foram executados dentro do município de Divinópolis 2.953 instrumentos, sendo  que desse total, 323 deles são bombas de combustível. Teoricamente quase todos os postos em sua totalidade já foram verificados e grande parte das balanças. Quando  se fala em instrumentos o gerente do Ipem se refere a balanças e bombas medidoras. Ao final de cada ano, todos esses instrumentos estão sujeitos a nova verificação.
Rohorez explica que o fiscal vai até o local e se a balança estiver aprovada ela ganha a marca e a fiscalização retorna somente no ano seguinte caso não ocorra nenhuma denúncia. Caso contrário se chegar ao local e a bomba for reprovada ela é encaminhada para a assistência técnica e tem o prazo de 10 dias para ser corrigida a irregularidade e após a correção dessa irregularidade o detentor da balança está sujeito a uma nova fiscalização.
Além dessa fiscalização de balanças e de postos de combustível a área de metrologia faz uma orientação sobre indicação quantitativa, “Em locais que servem alimento de consumo imediato que é a comida a quilo a gente faz a verificação da balança e instrui segundo a portaria do Inmetro que regulamenta o alimento a peso que ela deve ostentar uma plaquinha e nessa placa informando o peso do prato que é a tara e o peso do prato de sobremesa caso ocorra. O mesmo ocorre com as sorveterias” ressaltou o gerente do Ipem.
 

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