sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2015 10:14h Atualizado em 13 de Fevereiro de 2015 às 10:21h.

Moradores de Ermida reclamam de falta de reparos e manutenção de cemitério do distrito

Caixões fora de covas, túmulos abertos e mato alto são algumas das situações encontradas no local

Quem mora próximo ao Cemitério de Ermida tem se incomodado com o atual estado em que ele se encontra. No local, caixões fora das covas, túmulos abertos, mato alto e o constante aparecimento de escorpiões e baratas são alguns dos problemas com os quais a população tem precisado lidar. Nos últimos dias, um caixão jogado fora, acompanhado de roupas e flores, despertou ainda mais a atenção dos moradores.
Descartado de forma incorreta, os materiais continuam expostos a céu aberto dentro do cemitério. De acordo com os moradores, essa não é a primeira vez que a situação ocorre. Eles afirmam ainda que em determinados dias ainda é possível ver uma fumaça e sentir um forte odor proveniente do local. Além disso, o mato alto e constante aparecimento de animais – como escorpiões e baratas – também é um problema antigo.
Simone Gomes mora próximo ao cemitério há 24 anos e conta que sempre teve problemas com esses animais. Segundo a moradora, o próprio marido já foi picado diversas vezes por escorpiões e hoje ela guarda alguns deles em um pote. “Se você deixar um cobertor no chão, os escorpiões já sobem. Toda hora temos que olhar nos cantos porque eles se escondem com facilidade”, relata.

 

MANUTENÇÃO AGENDADA
Em resposta aos problemas, a Prefeitura de Divinópolis, por meio da sua assessoria de comunicação, alegou que a Secretaria Municipal de Operações Urbanas (Semop) segue um cronograma anual de limpeza e manutenção de cemitérios no município e no distrito. Recentemente, a equipe realizou o trabalho no Cemitério do Bom Pastor e possui outros dois locais que deverão receber o serviço antes do Cemitério de Ermida.
No entanto, a manutenção neste cemitério já está agendada. A Secretaria garante que todos os problemas apontados serão resolvidos com esse trabalho.

 

 

 

Crédito: Diego Henrique

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