sexta-feira, 4 de Abril de 2014 08:04h Atualizado em 4 de Abril de 2014 às 08:12h. Lorena Silva

Moradores do Esplanada sofrem com infestação de caramujos-africanos

Rua coberta por mato e chuva favorecem proliferação dos moluscos, que tomam conta do lugar desde 2013.

Há aproximadamente dois anos os moradores da Rua Leopoldina Gontijo, no bairro Esplanada, sofrem com o problema de excesso de mato e acúmulo de entulho próximo às suas casas. A sujeira toma conta de toda a rua, que é não tem saída e antigamente abrigava uma pequena praça. Mas, desde dezembro de 2013, um fator agravou a questão. Diariamente os moradores catam uma grande quantidade de caramujos-africanos no local e temem as possíveis doenças que o molusco possa transmitir.
Moradora da rua há 39 anos, Irene Fonseca conta que antigamente cuidava do local, retirando o lixo e o mato e cuidando do jardim da praça. “Mas eu cansei de cuidar daqui porque não adianta mais. Com a chuva, começaram a aparecer os caramujos e eu tenho medo de que eles possam trazer alguma doença. Já ligamos para a prefeitura e eles não vieram, já repassamos o problema para o presidente do bairro também, mas até agora nada foi feito”, desabafa.
Para o presidente do bairro, Paulo Eugênio, o problema não persiste por falta de notificação à Prefeitura, já que houve várias tentativas de diálogo com o município por intermédio da Secretaria Adjunta de Desenvolvimento Comunitário (SADEC). A última ocorreu há um mês e não obteve sucesso. “O problema é que nós notificamos a Prefeitura e eles vêm a hora que quiserem, no dia que quiserem. Eu mesmo já tentei resolver vários problemas aqui do bairro, com minhas próprias ferramentas, para não ficar esperando uma solução”, conta.
Em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a resposta foi que, segundo a Secretaria Municipal de Operações Urbanas (SEMOP), o local já foi inserido no cronograma de limpeza prevista para o município e dentro de dez dias úteis o problema deve ser solucionado. Com a limpeza, espera-se que a incidência dos caramujos dimina. Mas, enquanto ela não ocorre, a Secretaria aconselha que os moradores façam a sua destinação correta, que seria a catação, sem contato direto com as mãos, e o ateamento de fogo nos animais.

 

Crédito da foto : Lorena Silva

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