quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016 09:25h Mariana Gonçalves

Nova diretoria inicia o ano de trabalho do Sind-Ute em Divinópolis

O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE-MG) subsede de Divinópolis começa o ano na gestão de uma nova diretoria, agora representada pela coordenadora Marci Barreto Diniz Tavares

Em reunião realizada ontem na sede do sindicato, foram discutidos alguns dos trabalhos a serem desenvolvidos esse ano, bem como a reorganização da nova diretoria. O encontro foi conduzido pela diretora estadual da Região Centro Oeste do Sind-Ute,
Marilda de Abreu Araújo, para nortear a nova gestão a como proceder estes trabalhos ao longo do ano.
De acordo com Marilda, o encontro teve pontos muito importantes, como, por exemplo, a discussão da campanha salarial 2016. “Como estamos tendo muitos problemas com os companheiros da Lei Complementar n°100, nós já temos duas atividades de massa já programadas para fevereiro. No dia 02, na Assembleia Legislativa, que é o inicio da legislatura, então vamos lá colocar a situação dos adoecidos da lei complementar a situação do atraso do nosso pagamento, e tentar dialogar com os deputados”, destaca a diretora.
A outra mobilização liderada pelo sindicato será no dia 5 (também de fevereiro). “Faremos uma grande manifestação na cidade administrativa, para resolver o problema dos companheiros da lei n°100, principalmente daqueles que estão adoecidos, que estavam de licença até 31/12 e foram exonerados – mesmo estando de licença, o que o Estado vai fazer para a garantia do tratamento de saúde dessas pessoas, e agilização daqueles que têm o direito à aposentadoria?”, pontuou Marilda.

 

 

PROMESSAS DO GOVERNO

Durante alguns meses de 2015, o Sind-Ute esteve em negociação com o Governo Estadual sobre diferentes questões que envolvem a categoria, desde o reajuste salarial em si ao tão sonhado descongelamento da carreira. “Até agora, ele [Governo] disse que vai cumprir o acordado conosco, mas já temos alguns problemas, o piso salarial nacional foi reajustado em 11.36%, deveria ser pago a partir de janeiro e, consequentemente, receberíamos no contracheque de fevereiro e isso não está acontecendo. Mas já nos anunciaram que terá uma reunião agendada para ver essa implementação do piso”, afirmou a diretora do Sind-Ute Centro Oeste.
Outra situação envolvendo o governo, e que não agradou em nada o sindicato, foram às decisões referentes aos servidores da Lei Complementar 100. “Não houve diálogo com o sindicato para estudar a situação das leis complementares, então, essa é uma parte que ficou sem ser cumprida e que nós buscaremos, a partir de agora, alternativas para resolver”, encerra Marilda.

 

 


IPSEMG

Esse ano, o Sind-Ute continua tendo à frente do Departamento de Políticas Sociais e Imprensa Maria Catarina Vale, que representará também as causas envolvendo aqueles servidores com problemas no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). “Em relação ao Ipesemg, a gente vem informar que toda a categoria, mesmo ainda sem contrato, especialmente os LC100, todos têm direito até o dia 10 de fevereiro com perspectiva de a gente negociar com o governo a continuidade desse atendimento. Então eles não podem deixar de ser atendidos de forma nenhuma! Hoje e amanhã começa o processo de designação em Divinópolis, na Escola Halim Souki – todos deverão estar presentes a partir das 7h, o cronograma já está fixado, as pessoas já sabem. O Sind-Ute não estará presente lá o tempo todo, mas estaremos de plantão aqui para uma eventual necessidade”, salienta Maria Catarina.

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