segunda-feira, 28 de Março de 2016 12:17h Atualizado em 28 de Março de 2016 às 12:22h. Prefeitura de Divinópolis

Prefeitura divulga uma nota sobre a greve dos servidores

Sobre a paralisação parcial dos servidores, considerada democrática e ordeira pela Administração Municipal, a Prefeitura Municipal informa que na sua totalidade permanece em atividade, com ausências pontuais de funcionários em algumas repartições

Num efetivo aproximado de 5.400, cerca de 90% dos funcionários permanecem trabalhando normalmente nesta segunda-feira, 28 de março.

Em reunião entre a Administração Municipal e a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Divinópolis e Região – Sintram, (dia 15/03) foi demonstrado pelo município que nos últimos sete anos, a folha de pagamento teve um crescimento de 112,75%, enquanto a inflação acumulada deste período foi de 64,48%.

 

 

Considerando os benefícios e outras vantagens integradas ao plano cargos e salários, desde 2009,  descontada a inflação no período, integralmente reposta, os servidores municipais tiveram um superávit de 48.27%, na gestão Vladimir Azevedo.
E isso se deu sem aumento expressivo no número de funcionários que cresceu apenas 2,82% contra um crescimento de 40,56% nos sete anos anteriores à atual administração municipal.

 

 

 

Sobre “supersalários” atribuídos equivocadamente a cargos comissionados, o município esclarece que os maiores vencimentos na folha de pagamento são referentes aos servidores concursados, por acúmulos de direitos ao longo da carreira, sobretudo com apostilamentos, instituto revogado na gestão de Vladimir Azevedo.

Confirmando a valorização e respeito aos servidores, quase a metade dos cargos chefia está ocupada por servidores concursados.  Além disso, Vladimir é prefeito que mais vem enxugando a folha de comissionados reduzindo em 131 cargos em relação à gestão anterior a 2009.

 

 

 

Notoriamente o caos econômico instalou-se nos municípios brasileiros e parte dos Estados da Federação que encontram-se em situação de calamidade financeira, como ocorreu em Betim, onde foram fechadas quadro unidades de saúde, incluindo uma UPA.  Em Porteirinha, no norte do Estado, a prefeitura fechou 37 das 54 escolas e demitiu 350 funcionários (fonte: Folha de São Paulo/28/03/16).

Nestes tempos de crise é preciso definir qual o compromisso a seguir.  Diante do quadro econômico, o prefeito Vladimir Azevedo decidiu honrar com o compromisso de manter em dia e até antecipando o pagamento dos servidores, como vem fazendo até aqui. Discutir reajuste neste momento econômico delicado do país é colocar em risco serviços essenciais à população, principalmente nas áreas de saúde e educação.

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