quinta-feira, 7 de Novembro de 2013 07:48h Pollyanna Martins

Saideira de “A Praça é Nossa” faz show hoje em Divinópolis

O Saideira de A Praça é Nossa apresentará peça no teatro Gravatá. Com casa cheia por onde passa, o humorista transforma-se em vendedor, mulher nordestina, homossexual, gago e no bêbado Saideira.

Para quem procura diversão Divinópolis recebe hoje o humorista Giovani Braz no teatro Usina Gravatá a partir das 20h30. O ator irá trazer a peça “O Caixeiro do Riso – Resista se for capaz”. O espetáculo está há três anos em cartaz, e nele Giovani interpreta cinco personagens. Com humor inteligente e no formato de stand up cara limpa, o ator improvisa piadas, brincadeiras e pede ao público para escolher o tipo de show: light, médio ou tudo liberado.

 


Com 24 shows por mês, o mineiro natural de Carmo do Rio Claro, cursou a Faculdade de Direito onde descobriu o dom para interpretar. Chegou a trabalhar como advogado, mas após seis meses abandou a área para seguir a carreira artística. No SBT desde 2003 o humorista faz sucesso no programa A Praça é Nossa com os quadros: Caixeiro Viajante, Chefinho da Dona Dada e Saideira, maior destaque do ator.
A peça garante casa cheia por toda cidade que passa. Os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente na Boutique do Livro no valor de R$ 25. Meia entrada será vendida na portaria do teatro. A peça traz muita música, interatividade e risos para o público. A habilidade do ator em improvisar, imitar, mudar a voz e a expressão surpreende e leva a plateia ao delírio, deixando um gostinho de quero mais.
Segundo entrevista concedida à Tv Super Ativa, o tipo “tudo liberado” é sempre o preferido do público. ”É um espetáculo bem dinâmico, quando eu o criei, eu quis fazer com que as pessoas não ficassem uma hora vendo uma figura”, explica o humorista. O público de Itaúna também poderá se divertir nesta sexta 09/11 no teatro Silvio de Matos, com os personagens: Caixeiro do Riso um vendedor mineiro, a nordestina Josineide, o gago Fafi Falafácil, o homossexual Giulete e por último o bêbado Saideira. “Isso dá um movimento ao espetáculo, e faz com que as pessoas se perguntem: o que será que vai vir, o que será que vai acontecer”, completa.

Leia Também

Imagem principal

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.