quarta-feira, 19 de Agosto de 2015 11:42h Atualizado em 19 de Agosto de 2015 às 11:45h.

Saúde faz avaliação positiva do “Dia D” de imunização contra a pólio

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) considerou positivo o “Dia D” de imunização contra a poliomielite

De acordo com a avaliação do Setor de Imunização da Semusa, o início da campanha de vacinação contra a paralisia infantil, ocorrido no sábado passado com a realização do “Dia D”, atingiu a meta prevista.
De acordo com a Diretoria de Comunicação da Prefeitura, tradicionalmente o comparecimento para a vacinação no chamado “Dia D” é de aproximadamente 25% do público alvo. Entretanto, no último sábado, esta cobertura de vacinação atingiu 4.492 crianças que representam 38,83% das 11.568 crianças de seis meses a cinco anos de idade que devem ser vacinadas na cidade e zona rural.
A campanha de vacinação contra a paralisia infantil se estenderá até o dia 31 de agosto. Até lá pais e responsáveis devem procurar a unidade de saúde mais próxima de sua casa e vacinar seus filhos. No total, estão disponíveis para a população 34 salas de vacinas. É fundamental que os pais ou responsáveis, no ato da vacinação de seus filhos, apresentem o cartão de vacina.
“Durante a vacinação contra a pólio, aproveitamos para atualizar a caderneta da criança, o que chamamos de multivacinação. Para avaliar a situação vacinal e ver se a criança precisa de alguma outra vacina, é importante analisar a caderneta de vacinação. Por isso, é imprescindível que os pais ou responsáveis apresentem este documento no momento da vacinação da criança”, explica Marcela Machado, coordenadora do Setor de Imunização da Semusa. Todas as vacinas do calendário básico da criança estarão disponíveis, salvo, a vacina BCG que deve ser agendada.
De acordo com a Semusa, a meta é atingir, no mínimo, 95% de cobertura vacinal, conforme preconiza o Ministério da Saúde. A vacina contra a pólio e contra outras doenças podem ser encontradas nas unidades de saúde das 8h às 17h.
A poliomielite é uma doença viral, que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença pode afetar tanto crianças quanto adultos.
O Brasil não registra nenhum caso há 26 anos, em decorrência dos esforços empreendidos com vacinação de rotina e, anualmente, com as campanhas.  Mas é preciso manter coberturas homogêneas e acima de 95% para que nossas crianças não sejam novamente afetadas por esta grave doença.

 

 

Crédito: Semusa/Diretoria de Vigilância em Saúde

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