quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016 10:17h

Semusa divulga novos dados da dengue em Divinópolis

Choro é a localidade com o maior número de casos da doença nas últimas semanas

A Diretoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (Semusa), divulgou o balanço final dos registros envolvendo a dengue em Divinópolis no ano passado. De acordo com os dados, foram notificados como casos suspeitos de dengue 2.270 registros. Já os confirmados como dengue chegaram a 1.725, ou seja, 76% do total dos registros. No ano anterior esse percentual foi de 88,4%.
A Diretoria de Vigilância em Saúde divulgou, ainda, os primeiros números referentes à primeira semana epidemiológica de 2016. Foram confirmados, até o momento, 16 de casos de dengue. A surpresa no final de 2015 e, início deste ano,fica por conta da comunidade rural do Choro com o maior número de casos de pessoas doentes: 110 no total. O bairro Itacolomi, com quatro, e o Realengo, com três, são outras três localidades de maior registro de pessoas doentes neste início de ano.

 

 

Força Tarefa
Dezenas de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) começaram a reforçar, a partir desta semana, as ações de orientação e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti. Nos próximos 60 dias e, por duas vezes, os 113 mil imóveis existentes na cidade deverão ser vistoriados por essa força tarefa composta pelos agentes de controle de endemias e agentes comunitários de saúde.
Os primeiros dados deste trabalho revelam que tanto os agentes de endemias quanto os agentes comunitários estão encontrando muitos focos do mosquito e em recipientes que a população poderia ter retirado e colocado na sua coleta normal de lixo.
“Estamos no início desse trabalho e ainda há muito a ser feito. Há a expectativa que os casos de dengue aumentem neste período do ano. Esta ação desencadeada pela Semusa, em parceria com a população que também deverá fazer sua parte, é importante para diminuir a incidência da dengue e evitar a introdução, em Divinópolis, da febre Chikungunya e do Zika vírus”, explica a diretora de vigilância em saúde, Celina Pires.

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