terça-feira, 8 de Março de 2016 10:45h

Semusa e entidades debatem combate as DST’s/Aids

O Secretário Municipal de Saúde, David Maia, se reuniu com membros do Movimento Gay de Divinópolis, integrantes da Casa Irmã Sheila, do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e com a Diretoria de Atenção a Saúde da Semusa

Entre outros pontos o encontro serviu para definir alguns detalhes visando a realização do segundo “Encontro de Entidade Militantes na Promoção da Saúde, Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) e Direitos Humanos”. Entre os assuntos, foram debatidos as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) e a Aids.

 


A iniciativa com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis está prevista para maio e tem com um de seus objetivos promover um encontro das diversas entidades e movimentos de defesa dos direitos humanos, da saúde e da população LGBT em Minas Gerais. Convidando toda a sociedade a participar deste importante debate.
O encontro entre representantes do Movimento Gay e Semusa ocorrido na última semana serviu, também, para pontuar questões no planejamento de medidas a serem usadas as pessoas vulneráveis as DSTs/Aids. “A parceria com a sociedade civil organizada é fundamental para o combate das doenças que comprometem a saúde da população. O Movimento Gay e a Casa Irmã Sheila [Entidade que faz acolhimento de pessoas com DSTs / HIV / AIDS] entre outras entidades são parceiras de primeira hora do CTA que compõe um grande grupo de ações no combate de doenças com aids e sífilis e outras”, explica David Maia.

 


Todos estão sujeitos, se não forem tomados os devidos cuidados, a serem acometidos pelas doenças. O objetivo das ações realizadas pela Semusa visa focar nos públicos alvos onde estão pessoas em situação de maior vulnerabilidade em que o CTA tem identificado uma progressão maior dessas doenças. “Ter parceiros com estes é importante e reforçam as nossas ações que vão delongar ao longo do ano”, conclui o secretário de saúde.
Outro ponto discutido no encontro foi o início das conversas para estruturar o atendimento aos transexuais na rede Sistema Único de Saúde (SUS).


 

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