sábado, 18 de Agosto de 2012 09:18h Mariana Gonçalves

Sindicato das Costureiras discute reajuste da classe

No ano passado praticamente todo o Estado de Minas Gerais, teve reajuste acima dos índices esperados. Máximo ressalta a importância dos trabalhadores nessas questões trabalhistas.

Na tarde de ontem (17), o Sindicato das Costureiras realizou uma assembleia para discutir  as condições econômicas de  trabalho da classe. O presidente do SOAC, Máximo Viera dos Santos, explica que após a realização de um levantamento sobre as principais questões econômicas, como por exemplo, a valorização do real, o Sindicato  propôs para os trabalhadores um reajuste de 13% no atual piso salarial. 

 


A assembleia foi realizada apenas com os trabalhadores do setor,  a decisão será encaminhada para o Sindicato das Indústrias do Vestuário de Divinópolis, SINVESD, para que uma nova reunião seja marcada com todas as partes envolvidas.

 

A questão do piso salarial, já seria tema de debate no mês que vem, “todo ano tem a data base, a nossa por exemplo, é dia 1º de setembro. Então nessa data nós temos que sentar e discutir essas questões das cláusulas sociais e econômicas”afirma o presidente do SOAC.

 

Lembrando que todo o contexto social envolvendo a classe das costureiras não será decidido este ano , porque segundo explica Máximo Viera, no ano passado decidiu-se que todas as propostas aceitas em 2011 valeriam por todo 2012. Sendo assim, só ano que vem essas questões serão novamente debatidas.

 

No ano passado praticamente todo o  Estado de Minas Gerais, teve reajuste acima dos  índices esperados. Máximo ressalta a importância dos trabalhadores nessas questões trabalhistas. “Eu peço que os trabalhadores participem mais desse cotidiano de discussões, porque a gente só consegue melhores reajustes, melhores propostas, se estivermos unidos”finaliza

 

 

INFORMALIDADE

 

A cidade que tradicionalmente é conhecida por ser polo de confecção, hoje abriga em torno de mil empresas dando oportunidade a 8 mil trabalhadores no setor confeccionista. Esses números são registros de empresas formais, porque ainda existem as confecções que estão na informalidade. “O Sindicato das Costureiras realizada diversos trabalhos para incentivar quem está na informalidade a se regularizar. Ate porque, quem trabalha sem registro não pode recorrer aos serviços da Previdência Social, e nem a maioria dos direitos trabalhistas.”finalizou Máximo.
 

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