terça-feira, 26 de Novembro de 2013 04:27h Atualizado em 26 de Novembro de 2013 às 04:44h. Pollyanna Martins

Sobe o preço do almoço em restaurantes de Divinópolis

Quem não tem tempo de fazer a marmita para almoçar no trabalho, ou prefere almoçar fora sentiu o aumento do preço da comida no mês de outubro. O Núcleo de Pesquisas Econômicas- Faced realizou uma pesquisa em Divinópolis, nos período de 20 a 30/10 em vinte restaurantes da cidade. Foram avaliadas as opções self-service, prato feito e comida sem balança.
O self-service subiu 2,79%, com valores entre R$23,90 e R$ 35,90.  O prato feito mostrou maior variação com 9,09% de aumento, os valores pesquisados estão entre R$5,00 e R$12,00. A única opção que não pesou no bolso do Divinopolitano foi o self-service sem balança que caiu 0,17% com preços avaliados entre R$2,99 e R$7,00. De acordo com o IBGE, o preço da alimentação fora de casa vem sofrendo variações constantes no Brasil. Em novembro de 2012 houve um aumento de 1,32%. No período de março a setembro deste ano manteve-se estável, e subiu 0,94% em setembro. Ainda de acordo com o IBGE, o brasileiro também está pagando mais caro pela alimentação em domicílio que subiu 1,07%.  A pesquisa divulgada em 2009 pelo Instituto mostrou que a pizza é um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros fora de casa, 49,6% da população que ganhava até R$ 571 era a maior consumidora do produto. O alimento só perdeu para a cerveja, que era consumida por 61,7%. Ambos os itens sofreram aumento de 1,03%.
A pesquisa ainda apontou o aumento no transporte, saúde e cuidados pessoais, vestuário e educação. Segundo o IBGE o aumento nos planos de saúde chega a 7,17%; quem precisou fazer compras na papelaria também sentiu o aumento no bolso, os artigos fecharam o ano com aumento de 4,12%, ainda não foi divulgada a expectativa de aumento para o início do ano, quando as crianças levam para casa suas listas de materiais escolares. Um quesito que muitos brasileiros procuram é a diversão que subiu 7,64%. As frutas também registraram alta de 13,7%. Apenas os cereais, os derivados de açúcar, óleos e gorduras e energia elétrica residencial registraram queda no fim deste ano.

Leia Também

Imagem principal

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.