quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012 19:52h Atualizado em 3 de Fevereiro de 2012 às 09:31h. Marina de Morais

Vazamento de água no bairro São Roque

Um vazamento de água na rua Ceará, bairro São Roque dificultou o tráfego de pessoas e ônibus. Um buraco foi aberto na terra devido ao volume constante do vazamento e a água escorria até o final do quarteirão

Na última quinta-feira, 2, um vazamento de água na rua Ceará, bairro São Roque dificultou o tráfego de pessoas e ônibus. Um buraco foi aberto na terra devido ao volume constante do vazamento e a água escorria até o final do quarteirão. De acordo com Amilton Jésus, que mora em frente ao local onde o buraco foi aberto, a água está correndo desde quarta-feira a noite. Ele conta que os vazamentos na região são constantes e que os vizinhos sempre têm acionado a Copasa para os consertos. Entretanto, ele afirma que o problema está no rua que é de terra, e que, assim, não protege, de fato, a tubulação, uma vez que na rua há o tráfego constante de ônibus.
Sirleia Lúcia, também moradora da região, conta que ela e vizinhos já foram à Câmara Municipal de Divinópolis, 3 ou 4 vezes, solicitando obras na rua, principalmente pelo fato de ser a rua utilizada pela linha de transporte coletivo. Sirleia, que mora há 24 anos na região, afirma que a rua sempre foi terra e que o clima castiga os moradores. “Quando chove, se abrem muitos buracos na rua e ela fica intransitável por causa do barro. E quando está muito quente, a gente precisa jogar água, porque não consegue aguentar a poeira que sobe”, argumenta a moradora.
De acordo com os moradores, os incidentes são comuns na rua e a colocação de asfalto na região poderia melhorar a situação. Sirleia conta que tratores passam constantemente na região, para nivelar o solo, mas que assim os canos ficam mais superficiais e fáceis de serem perfurados por veículos que trafegam pelo local: o que favorece o surgimento de novos vazamentos. Ela também conta que o projeto de asfaltar a rua já existe há vários anos, mas que até hoje não foi colocado em prática.
Amilton mostra como a água mina fácil na região e como o solo fica encharcado com o vazamento. Ele chuta a terra, poucos metros a frente do buraco, em um local que, de acordo com o morador, sempre há vazamentos também. Em poucos segundos é possível ver a água brotando da terra.
A situação de toda a rua é delicada. Há vários buracos e não há calçamento ou asfalto. Próximo ao buraco é possível sentir a vibração do solo, além de um forte barulho que sai da terra, provocados pela quantidade abundante de água que passa pelos canos.
Os moradores disseram que vários vizinhos acionaram a Copasa pela manhã. De acordo com Emerson Maia Menezes, responsável pelo atendimento aos clientes da Copasa, a previsão é de que o vazamento fosse consertado ainda na quinta-feira.
Já em relação ao asfalto, de acordo com Lúcio Espíndola, superintendente municipal de Obras e Projetos Especiais, a previsão é de que as obras sejam realizadas na rua no segundo semestre do ano.

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