quarta-feira, 19 de Setembro de 2012 08:56h Gazeta do Oeste

Após queixa de pressão, Roth muda tom: "Não me sinto desamparado pela diretoria"

No último domingo, antes de o Cruzeiro entrar em campo para enfrentar o Vasco, Celso Roth se queixou da pressão pública feita pelo presidente Gilvan de Pinho Tavares. Com o empate por 1 a 1 diante da equipe cruz-maltina, ele seguiu à frente do time. Já nesta terça-feira, o treinador mudou o discurso e assegurou que não há intranquilidade para trabalhar no clube.

 

“Não me sinto desamparado pela diretoria do Cruzeiro”, afirmou Celso Roth, que havia reclamado também da falta de qualidade técnica do elenco e das poucas alternativas encontradas no plantel.

 

No entanto, se assegura que há ambiente positivo com a diretoria, Roth reclamou do clima hostil dos torcedores. “O mais difícil foi ter enfrentado certa hostilidade, o que aconteceu dois dias antes lá em Varginha”, disse.

 

Com 47% de aproveitamento, Roth vê o Cruzeiro ocupar a oitava colocação. Diante da instabilidade da equipe, que já acumula quatro jogos sem vencer, o treinador fez um alerta à torcida.

 

“O torcedor tem que ficar muito preocupado. Internamente, sabemos o que temos de força e onde podemos chegar. A opinião do presidente e da comissão técnica é a mesma. Se tivéssemos fazendo o campeonato fora do padrão... A derrota contra o Figueirense e contra o Sport foi fora da realidade do Cruzeiro. O clube perdeu para ele mesmo. A partir daí criou-se uma celeuma”, analisou Roth.

 

“A gente tem que ir para a Varginha, porque o jogo poderia ser aqui. A gente fica magoado porque estamos trabalhando sério para que o Cruzeiro mantenha, no mínimo, essa oscilação em termos de vitória. Se eu tivesse pegado o clube equilibrado, mas o que não é o caso. O torcedor sabe disso”, complementou.

 

 

 

 

 

 

 

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