quinta-feira, 25 de Outubro de 2012 07:13h Gazeta do Oeste

Atenção total a Ponte Preta

O técnico Celso Roth sabe que o Cruzeiro não terá facilidades na partida desta quinta-feira, contra a Ponte Preta-SP, às 21h, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas-SP, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Questionado sobre os perigos que o adversário pode oferecer, o treinador cruzeirense usou como exemplo a última apresentação da Ponte, no domingo, quando venceu o Santos, por 1 a 0, em Campinas.

 

Roth destacou que a equipe paulista joga em velocidade e que é perigosa. “Muito perigosa. O Marcinho nem jogou nesse último jogo, quem jogou foi o Luan, que acabou fazendo o gol. A Ponte jogou com duas linhas de quatro jogadores. Mas o que mais me impressionou nesse jogo foi a marcação forte que a Ponte exerceu sobre o Santos, que estava completo. O Neymar teve muitas dificuldades no jogo. Foi isso que tentamos fazer no treinamento de terça-feira. Fizemos duas linhas de quatro, com o Fabinho de um lado e o Elber do outro, que são jogadores rápidos. O Luan é rápido e o Cicinho também é rápido. Exercitamos para ver como o time se comportava e o time foi bem, foi interessante”.

 


O treinador também alertou para as famosas ‘jogadas de bola parada’, que estão definindo muitos jogos neste Campeonato Brasileiro. O treinador disse que o Cruzeiro tem treinado bastante esse tipo de jogada, mas que precisa melhorar, já que, contra o Palmeiras-SP, no último sábado, em Araraquara-SP, acabou surpreendido em um gol que teve início numa cobrança de falta. “Nós estamos numa tônica neste campeonato, não sei se vocês perceberam, mas as bolas paradas estão definindo jogos. E nós treinamos muito as jogadas de bola parada e acabamos levando o gol e perdendo o jogo para o Palmeiras com um gol de bola parada, que treinamos incansavelmente. E isso acaba definindo os jogos. Então, a gente tem que ter que arrumar e conversar com os jogadores, um mecanismo para não levar esse tipo de gol. Se não fosse isso, o jogo estava absolutamente a caráter para o Cruzeiro, que tinha tido, no primeiro tempo, três oportunidades para abrir o placar, e o Palmeiras não tinha chegado no nosso gol. Temos que ter cuidado. Muitos jogos no fim de semana foram definidos em jogadas de bolas paradas. Temos que cuidar e trabalhar isso, para que isso não interfira no rendimento. A falta de atenção, o erro de posicionamento. E também o mérito do adversário, que bateu muito bem. Temos que estar toda hora falando, chamando a atenção”.

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.