segunda-feira, 14 de Outubro de 2013 06:18h Luciano Eurides

Atleta de Divinópolis é destaque no Campeonato Mineiro de Peteca

O atleta de Divinópolis Gabriel José Pereira participou do Campeonato Mineiro de Peteca, mesmo não sendo o campeão teve reconhecimento da entidade máxima do esporte mineiro e foi convidado para representar o Estado de Minas Gerais, no Campeonato Brasileir

O atleta de Divinópolis Gabriel José Pereira participou do Campeonato Mineiro de Peteca, mesmo não sendo o campeão teve reconhecimento da entidade máxima do esporte mineiro e foi convidado para representar o Estado de Minas Gerais, no Campeonato Brasileiro a ser realizado no Triangulo Mineiro.

O Campeonato Estadual foi realizado nos dias 04,05 e 06 de outubro no Clube Passense de Natação, na cidade de Passos (MG). O evento foi realizado pela Federação Mineira de Peteca (FEMPE). Os atletas de Divinópolis Gabriel José Pereira e Matheus Rodrigues ficaram em terceiro lugar sendo que nas semifinais Matheus torceu o pé, mesmo ganhando o jogo teve que abandonar a partida.

O lado positivo foi que Gabriel José ganhou troféu de destaque do campeonato e foi convidado pela Federação para disputar o Campeonato Brasileiro em Uberlândia nos dias 14 e 15 de novembro representando o Estado de Minas Gerais em sua categoria.

Registros no passado mostraram que a Peteca, como recreação, era praticada pelos nativos brasileiros, mesmo antes da chegada dos portugueses. Consequentemente, nossos antepassados, através de sucessivas gerações, também a praticaram, fazendo chegar essa recreação indígena a todo o território brasileiro.

Nos jogos da V Olimpíada realizada na Antuérpia, capital da Bélgica, em 1920, os brasileiros que pela primeira vez participavam de uma Olimpíada, levaram petecas, para aquecimento de seus atletas, ato que chamou a atenção de muitos outros dos países presentes. Revela-nos o registro da época, que o Dr. José Maria Castelo Branco, chefe da Delegação Brasileira, viu-se, momentaneamente, embaraçado pelos insistentes pedidos de regras formulados por técnicos e atletas finlandeses que, evidentemente, demonstravam interesse pela nova atividade desportiva. Coube a Minas Gerais a primazia de dar-lhe sentido competitivo, realizando jogos internos nos clubes pioneiros de Belo Horizonte.

Da rua, da grama ou da areia para as quadras, a transformação dessa recreação em esporte, ocorreu em Belo Horizonte, na década de 1940.

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