sexta-feira, 15 de Junho de 2012 13:35h Luciano Eurides

Atlético sofreu apenas um gol no Brasileirão

O momento positivo da equipe, que nesta temporada já conquistou o Campeonato Mineiro de forma invicta, passa pelo ótimo desempenho do sistema defensivo.

Passadas quatro rodadas do Campeonato Brasileiro, o Atlético é o vice-líder da competição, com dez pontos. O momento positivo da equipe, que nesta temporada já conquistou o Campeonato Mineiro de forma invicta, passa pelo ótimo desempenho do sistema defensivo.

 

Até agora, o Galo sofreu apenas um gol no Brasileirão e o zagueiro Réver espera dar sequência à boa fase. “A gente vem colhendo o que plantou lá no começo do ano e espera dar continuidade, seguir sem sofrer muitos gols. Estamos tendo um começo de Campeonato Brasileiro muito bom. Espero que a gente consiga dar continuidade para levar por muitos jogos esse rendimento”, comenta o capitão atleticano.

 

Réver afirmou que o time está bem sintonizado, com os atacantes ajudando na marcação. Isso, segundo ele, é fruto do trabalho da comissão técnica e acaba facilitando bastante o trabalho dos defensores. “É mérito do treinador e dos jogadores, que compraram a ideia de poder ajudar o setor defensivo. Aí começa uma equipe campeã. O atacante não tem que se preocupar só em fazer gols. Assim, chegamos ao nosso objetivo no Campeonato Mineiro e esperamos chegar também no Brasileiro. Sabemos o alto nível da competição, mas, se a gente se entregar como vem se entregando, temos tudo para sair dos jogos cansados, mas satisfeitos com resultados”, destacou o zagueiro.

 

Depois de ser efetivado na lateral-esquerda do Atlético-MG, Richarlyson voltou a ter chances de atuar no meio-campo com a contratação de Júnior César, e o jogador revela que fica mais a vontade jogando como volante. O atleta acredita que na maioria das oportunidades que teve na lateral fez bons jogos, mas quer brigar por posição no Galo jogando como volante. “Entendo e procuro sempre observar e escutar o torcedor, mas não afeta meu trabalho diariamente. Não achei que fiz maus jogos como lateral, pelo contrário. Senão, o Cuca teria me tirado. Alguns jogos foram abaixo, mas a maioria foi na média. Mas é claro que fico mais à vontade como volante. É onde rendo melhor, conquistei prêmios individuais e me sinto bem”, comenta.

 


Como volante, Richarlyson terá a concorrência de Pierre, Leandro Donizete, Serginho e Fellipe Soutto. A disputa por um lugar no time só não será maior porque Dudu Cearense não deve permanecer no Atlético-MG e já procura outro time. Richarlyson destaca a confiança do técnico Cuca e conta como diferencial o fato de atuar em várias posições, possibilitando variações táticas sem a necessidade de queimar uma substituição. “Além da confiança que ele tem em mim, sabe que tenho uma função tática importante. Em alguns jogos fui colocado como lateral e ajudei como zagueiro. Vai da confiança. Ele sabe que posso fazer até uma ponta, como foi contra o Palmeiras, quando tirou o Bernard e colocou o Leandro Donizete”, diz.

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