quinta-feira, 26 de Março de 2015 09:54h

Brasil e França reeditam muitas histórias no futebol

O dia 12 de julho de 1998 reserva um capítulo especial na carreira dos treinadores Dunga e Didier Deschamps

Naquela tarde, no Stade de France, os dois estavam em lado opostos, com a braçadeira de capitão, em um duelo do qual sairia ou um pentacampeão ou um campeão mundial, em título inédito para a França.
Um dos dois levantaria a taça. Deschamps levou a melhor e quem repetiu o gesto que Dunga fizera quatro anos antes, ao erguer a taça de tetracampeão do mundo, em 1994, nos Estados Unidos, foi o francês.
Passados 17 anos, eles voltam a se enfrentar, agora à margem do gramado, como os comandantes das suas seleções. Nesta quarta-feira, depois do treino do Brasil e antes do dos franceses, Dunga e Deschamps se encontraram para um rápido bate papo em que o respeito mútuo era evidente. “O Deschamps era um jogador determinado, vencedor, e por isso ajudou, e muito, a França a ganhar o título naquele dia. E conseguiu ser um técnico com o mesmo estilo, de montar um time que busca a vitória. Merece todo o meu respeito”.
Da parte do francês, o sentimento certamente é idêntico. O encontro desta quarta foi uma prévia do duelo de amanhã.

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