quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2016 10:33h

CBF reúne treinadores da base

Reunidos na sede da CBF nesta terça-feira, os técnicos das categorias de base da Seleção Brasileira conversaram sobre as observações realizadas nas competições nacionais de janeiro e também sobre as próximas convocações

Rogério Micale (Sub-20), Carlos Amadeu (Sub-17) e Guilherme Dalla Déa (Sub-15) estiveram com o coordenador das categorias de base, Erasmo Damiani, e o coordenador de captação da entidade, Paulo Xavier.
Em janeiro deste ano, os três técnicos estiveram espalhados pelo Brasil acompanhando competições de suas respectivas categorias. Micale acompanhou a fase final da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Enquanto isso, Carlos Amadeu esteve no Rio Grande do Sul para a Copa Santiago. Guilherme Dalla Déa, por sua vez, foi para o interior de São Paulo para assistir à Copa Votorantim. Em todos os casos, eles estiveram acompanhados do time de observadores da CBF.

 


Eles aproveitaram a reunião desta terça-feira para conversar sobre estas competições, nomes que chamaram atenção, destaques e também sobre o desempenho de jogadores que já estiveram na Seleção Brasileira. Além disso, eles falaram sobre as próximas convocações. Para março, estão previstas concentrações da Sub-20 e da Sub-17, que passarão por um período de treinamentos neste mês.

 


Após conversar com os clubes e profissionais ligados ao futebol, a CBF promoveu uma mudança no regulamento das competições de base da entidade: Copa do Brasil Sub-17 e Sub-20 e Brasileirão Sub-20. Já a partir deste ano, as equipes poderão realizar seis substituições por partida.

 


A mudança faz parte de uma aproximação da CBF com os clubes, que foram consultados, debateram e concordaram com a ideia em sua totalidade. Além de os clubes poderem testar mais jogadores e darem mais experiência a eles, a questão física também foi levada em conta para esta inovação, que já começa a ser adotada na Copa do Brasil Sub-17 deste ano. A bola rola para a competição em março. “Essa conversa já existia há algum tempo entre os clubes. O departamento de Seleções da CBF, juntamente com a Diretoria de Competições, abraçou o projeto. Além de melhorar tecnicamente a competição, dar mais oportunidade para os times observarem e também desenvolver seus atletas, ajuda a Seleção Brasileira na captação de novos talentos –  comentou Erasmo Damiani, coordenador das categorias de base da entidade.

 


Serão permitidas seis substituições, mas as paralisações para troca de jogadores continuam limitadas a três. Na prática, significa que um time pode trocar até seis atletas, mas só pode parar a partida em três oportunidades. Alterações feitas no intervalo não entram nessa conta.

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